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escura, solidão, quem, recebe, benção, sabe, fazer, prendem,
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as amarras as amarras porque há coisas que nos prendem segunda feira julho 07 2014 espero o indizível o inexprimivel enquanto sentada sou engolida pela sombra tão grande quanto o medo tão escura quanto a solidão de quem recebe uma benção e não sabe o que fazer com ela publicada por ponta solta às 4 27 p m 0 comentários quarta feira janeiro 13 2010 perfectus amor ainda bem que te encontrei numa altura qualquer me vestiste de mim despi por uns momentos as minhas pernas e os meus braços e todos os retratos alguma vez de mim pintados ficaram vazios ainda bem que te encontrei e me encontraste e traçaste as linhas invisiveis do prolongamento de mim e viste onde posso alcançar olhaste para além dos meus olhos e mergulhaste sem saber até onde te sustentavas e sem querer saber ainda bem que não sabes que me encontraste e que ignoras que te trago comigo sempre que desenho o contorno do sítio onde quero chegar e que os meus olhos pousam naquilo que quero ver ainda bem publicada por ponta solta às 8 56 p m 1 comentários fragilidade dos dias todos os dias são frágeis quando tocados pelo teu beijo todos os dias são ágeis quando levados nas asas de um desejo quando o beijo das coisas nos toca e o ânimo emborca a negação do feio todos os dias são frágeis quando esse beijo não mata a sede de negar o não das coisas todos os beijos são frágeis coração que os carregue ágil e consiga beber até secar a sede de querer calar a vontade de se negar todo o beijo não chega quando cada dia se carrega uma parte de nós que se nega publicada por ponta solta às 8 35 p m 0 comentários sábado junho 20 2009 concertina o tempo avança de mão dada com o medo em segredo as palavras complicadas já não me devoram na febre do seu uso porque eu caí em desuso esqueci me de me utilizar como de escrever esqueci me de pensar esqueci me de como se sonha o tempo ultrapassa o medo faz me medonha à esquina um pedinte toca uma concertina sina diferente da minha e assim eu não devia estar importada com o medo ou com o sonho esquecer se não é não ter com que sonhar publicada por ponta solta às 12 43 a m 0 comentários tempo torcido se eu soubesse que os meus dias não eram asas que pudesse estender e pairar sobre o tempo não as tinha inventado antes teria semeado em cada um um pouco mais de mim para agora poder colher publicada por ponta solta às 12 30 a m 0 comentários fui fui e sei apenas que fui nada nada resta e o que presta é aquilo que fui mas não sei o que fui numa fotografia desmemoriada da desconhecida que está ao espelho vejo me ludibriada por um rosto velho e está velho de carpir a consciência de cada gesto e a cada passo pensar que não presto e que não chego para mim eu fui mas não sou assim publicada por ponta solta às 12 18 a m 1 comentários quinta feira junho 19 2008 um 4º pras 8 um quarto para as 8 e um açoite na mão renasço por momentos para a confusão das letras o resto se não é passam a ser tretas publicada por ponta solta às 8 05 p m 1 comentários quinta feira dezembro 13 2007 eterno contratempo não sei nada da dor da vida ou do amor sei as outras mãos feridas os outros olhos cansados e os meus pecados de vivências idas sei onde estive e sei que não estive quando devia estar há olhares que se apagam mas permanecem no ar quando olhamos para dentro e sentimos com pesar que o tempo é um contratempo que a vida faz questão de marcar publicada por ponta solta às 12 49 p m 5 comentários sexta feira dezembro 07 2007 reflexo não sei nunca quando volto para dentro de mim é ver me assim num espelho recortado que o tempo partiu e eu daquele lado sou outra que não sorriu um reflexo alterado e dos risos sem palavras de repente me desfiz aquela que no espelho não ri estará infeliz mas se aquela outra não sou eu é outra saída de mim e o que é de mim não morreu porque me vejo assim não sei nunca quando parto para fora de mim há qualquer coisa de barco nesta travessia sem fim em que um rio reflector sem cuidado e sem pudor me separa de mim imagem muchacha ante el espejo pablo picasso publicada por ponta solta às 12 11 p m 1 comentários sexta feira novembro 23 2007 estranho léxico de um chamamento com ou sem pontuação clamei pelo teu nome mas não vens não vens nunca e chamo te até à exaustão és um nome gasto docemente já sem a inocência dura da paixão que não sobrevem só nós mesmos e nunca afirmados sabemos o que o meu chamamento quer dizer e que o teu nome exaustivamente gasto de mil e uma maneiras faustidiosamente reinventado diz todo o resto foste ainda antes de regressares a este clamor e sempre regressas prevalece a tua vontade ou a minha quando me calo e já não encontras no teu nome as outras palavras todas que se apagaram do léxico quando me conheceste só eu te sei chamar e guardo o teu nome na boca obcessiva na esperança tola de com ele tudo poder mostrar publicada por ponta solta às 2 49 p m 2 comentários quarta feira novembro 21 2007 doentio em que pensar senão em ti versos ridículos ou apenas o auspício de escrevê los folhas amarrotadas cheias de ti deixo o labor de lado e penso neste fado que a minha vida vai cantando dolente nunca escolhi um fado alegre para ouvir nem tão pouco os ouço escolhem de vez em quando os meus ouvidos e sentam se a retinir num momento singelo e penso em ti não tenho mais nada em que pensar tenho uma cabeça oca que precisa de funcionar e tu és a temática perfeitamente imperfeita onde posso estender a miséria do mundo que tantas vezes não sinto porque não estou miserável ou estarei miserável na minha pequenez no meu pobre pensamento subitamente abastado de ti será ridículo e propiciamente brejeiro dizer que és a minha riqueza ai esta dor de pensar como eu penso essa ferida aberta em ti de tanto te pensar imagem conseguida através de pesquisa no google publicada por ponta solta às 5 47 p m 0 comentários segunda feira novembro 19 2007 o corpo esguio fugídio a face dúbia sem nitidez e presente sempre um ar ácido pouco plácido sorri ao longe com desdém e quase tangível quase definível quase palpável e quase quase afável capaz de rebentar o coração ela está sempre aqui a ilusão imagem conseguida através de pesquisa no google publicada por ponta solta às 4 04 p m 0 comentários distância vi entre os fumos névoas de cheiro perturbante o vulto de um sonho que me olhava distante e na sala gente sem fim gente que se olhava e media tão longe de mim quanto o sonho que eu queria imagem conseguida através de pesquisa no google publicada por ponta solta às 3 55 p m 2 comentários sexta feira novembro 16 2007 crepúsculos a cada instante o calor de um mês de maio morno saía dos teus braços sonolenta despedida de um inverno frio a cada instante aflorava me à pele uma sensação estranha de vitoriosa felicidade mas nos olhos havia uma tristeza mórbida espelho de um sol moribundo no horizonte já provei braços de pedra rijos e frios como o inverno passado secos e ásperos como a terra que ele não lavou e verão ardente língua sem saliva que sobrasse para articular palavra que fosse sôfrego e quente em beijos que ardiam sem sentido sem pensar sem alma cheios de corpo o inverno já me sobrou nunca gostei muito do verão prefiro a primavera imagem conseguida através de pesquisa no google publicada por ponta solta às 5 02 p m 2 comentários acerca de mim nome ponta solta localização porto num cais desconhecido portugal à procura da terra firme dos sonhos ver o meu perfil completo hiperligações google news teorias fairy bondage a nuvem dela negra tinta poeta marinheiro escrita comunitária as tormentas mar e viagens last good bad idea edit me edit me mensagens anteriores espero o indizível o inexprimivel enquanto se perfectus amor fragilidade dos dias concertina tempo torcido fui um 4º pras 8 eterno contratempo reflexo estranho léxico de um chamamento com ou sem pontu arquivos julho 2006 agosto 2006 setembro 2006 outubro 2006 novembro 2006 dezembro 2006 janeiro 2007 fevereiro 2007 março 2007 abril 2007 maio 2007 junho 2007 julho 2007 agosto 2007 setembro 2007 outubro 2007 novembro 2007 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