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as conversas que não tivemos skip to main skip to sidebar as conversas que não tivemos porque há sempre qualquer coisa para se dizer porque viver é sempre comunicar a cada instante como agora terça feira 16 de dezembro de 2014 d i s l e x i a s há amores que chegam e permanecem em forma de dislexias demasiado plenos e completos para poderem exprimir se sem a exaltação e o desassossego de duas almas em queda livre simultânea e voluntária em alguns dias são como tempestades feitas de arrebatamentos audazes de vontade e desejo comum desafiam a vida porque a força dos seus ventos lhes dá a certeza de que existem para se encontrar e se cumprir noutros dias são como um tranquilo e preguiçoso domingo que se esqueceu de acabar e que prolonga e confirma num abraço essa não finitude do que se sabe e sente desde o primeiro momento são gigantes e imensos um dentro do outro muitas vezes ele elogia lhe os sorrisos sem se lembrar que é ele quem os inventa para ela e num desses momentos em que dois corpos encostados são muito mais do que dois corpos encostados ele diz lhe que ela é a melhor coisa que lhe podia ter acontecido mesmo sabendo que continuarão a acontecer se um ao outro todos os dias mesmo que fechem e voltem a abrir os olhos vezes sem conta porque não há do que acordar quando a realidade acontece para além das margens e do sonho abre los ojos estranho monólogo por cláudia às 01 22 3 comentários sábado 3 de maio de 2014 ela não se lembra das horas só daquela sensação sufocante de quando a distância ganha contornos quase palpáveis de tão imensa dentro do peito e deixa de ser conceito para se transformar em matéria ainda que feita de ausência o dicionário pousado em cima da mesa tem riscadas todas as palavras mágicas riscou as à medida que foi deixando de saber sussurrá las e deixou as escapar mergulhada no receio de que o tempo que resta não seja suficiente para as reinventar estranho monólogo por cláudia às 23 27 6 comentários terça feira 22 de abril de 2014 algumas vezes depois da porta se fechar ela tem vontade de deitar fora a mala deitá la fora assim sem mais talvez dessa forma possa fazer de conta que fica para sempre e adiar indefinidamente o momento da partida deixar apenas guardado no bolso o necessário para respirar e meia hora em que possa caber uma vida inteira ou várias talvez seja o que baste isso e o improviso de um abraço quando se está junto mas ainda assim é urgente estar mais junto para além da mala deitar fora também os mapas e as agendas e os ponteiros e os dias arquitectados e guardar só o oxigénio e a coragem essa a de seguir e seguir sempre para um dia finalmente poder ficar a de seguir inteira com o coração todo mesmo que seja pecado desembainhar a espada e enquanto a luta se trava ser só vontade de permanecer na urgência do abraço estranho monólogo por cláudia às 00 14 2 comentários quarta feira 7 de novembro de 2012 porque esta noite o silêncio está tão alto já há muito que o vento não te vai falar de mim já há muito que a lua deixou de n os emprestar a sua sombra cúmplice por aqui hoje só o silêncio alto demais os pássa ros roçam os me us pensamentos naquele que é o seu último voo des ta noite imediatamente antes da escuridão se tornar demasiado espessa milhões de pontos feitos da ausência de luz assim como tu agora todo inteiro feito da ausência de mim estranho monólogo por cláudia às 23 04 7 comentários quinta feira 23 de agosto de 2012 you should have come over não sei o nome desta noite e aposto que é por tua causa desalinhas me as coordenadas interiores e em vez de me perder encontro me os teus dedos acentuam me os contornos da alma e enquanto me afagas os cabelos eu embrenho me nas tuas mãos que já não são as tuas mãos porque é insustentável continuarmos a ser dois e por isso os teus braços subitamente também fios do meu cabelo e enquanto sou um prolongamento de ti com os cabelos desalinhados a lua confessa me que esta noite se chama saudade estranho monólogo por cláudia às 00 40 4 comentários segunda feira 30 de julho de 2012 com os gestos de sempre levantou se e cumpriu a rotina da manhã no chuveiro deixou que a saudade a banhasse talvez mais por dentro do que por fora vestiu se como de costume com o amor que tinha para dar e a roupa sobrava lhe no corpo como o amor o pequeno almoço de ausência tomado apenas porque sim e no entanto a vida a acontecer mas o bom dia automático e metálico ao bater na porta do elevador e o eco ensurdecedor do mundo inteiro no bom dia que nunca chegou como resposta estranho monólogo por cláudia às 22 50 2 comentários quinta feira 24 de maio de 2012 all that is done is forgiven tudo estranho monólogo por cláudia às 21 19 7 comentários mensagens antigas página inicial subscrever comentários atom acerca do que sou do que não sou e do que vou sendo cláudia v n gaia porto portugal i m a spy in the house of love ver o meu perfil completo espaços de inspiração casa da música teatro nacional são joão fundação de serralves fnac coliseu do porto greenpeace international quem conversa comigo enquanto me lê conversas passadas 2014 3 dezembro 1 d i s l e x i a s maio 1 abril 1 2012 10 novembro 1 agosto 1 julho 1 maio 1 abril 1 março 2 fevereiro 3 2011 5 maio 1 março 2 janeiro 2 2010 17 dezembro 1 novembro 2 outubro 2 setembro 2 agosto 2 julho 2 junho 2 abril 1 março 1 fevereiro 1 janeiro 1 2009 13 dezembro 1 novembro 2 outubro 1 setembro 1 agosto 1 julho 1 junho 1 abril 1 março 1 fevereiro 1 janeiro 2 2008 14 dezembro 1 novembro 1 outubro 1 setembro 1 agosto 1 julho 2 junho 1 maio 2 abril 1 março 1 fevereiro 1 janeiro 1 2007 11 dezembro 1 novembro 1 outubro 1 setembro 1 julho 1 junho 1 maio 1 abril 1 fevereiro 2 janeiro 1 2006 19 novembro 1 outubro 1 setembro 2 agosto 1 julho 3 junho 1 abril 2 março 3 fevereiro 2 janeiro 3 2005 27 dezembro 3 novembro 4 outubro 5 setembro 4 agosto 6 julho 5
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