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calçada dos sentimentos calçada dos sentimentos uma calçada para subir com o fulgor da paixão e descer com a convicção de regressar um espelho de momentos de contemplação em que sentado num degrau observo ouço e sinto privilégios que me sejam concedidos um lugar de recato onde semear divagações será a forma de descobrir novos caminhos quarta feira 18 de julho de 2018 fim kiyo murakami a minha partida não será anunciada só o silêncio declarará que as minhas palavras também morreram publicada por caminheiro à s 13 00 2 comentários terça feira 31 de outubro de 2017 sonho olavoazevedo perguntas me com alguma frequência se não sonho e eu sem te dizer que entre tanto sonho com uma incaracterística manhã junto ao mar sentados nós dois numa esplanada com um livro rasgando as horas uma água e um café o teu sobre a mesa e uma brisa de maresia depois depois preparar o almoço com amor fazê lo porque à hora da sesta será tempo de regressar te à pele e enquanto dorm es imaginar me protagonista num romance que nunca escreverei ao fim da tarde voltar ao mar se possível molhar os pés na areia salgá los no oceano porque o dia precisa de tempero e os sonhos querem se adoçados perguntas me amiúde o que sonho não precisas fazê lo quando pousas a tua cabeça no meu peito e os teus dedos continuam a tactear estradas que tão bem conhecem é noite e o romance ainda não acabou e sonhar contigo é uma viagem interminável publicada por caminheiro à s 12 11 sem comentários sábado 18 de junho de 2016 quero obra por identificar quero noites escancaradas sobre o frémito dos sonhos o degelo da carne rasgando se em poema quero o imperativo de um voo sobre a incerteza da manhã o tremor do branco sobre a aguarela do gesto quero o murmúrio da dança no corpo já sem endereço o ensaio da linguagem nos silêncios sem nome e o dicionário de teu olhar entregando se ao desvelo da leitura publicada por caminheiro à s 19 05 2 comentários etiquetas pedras inspiradas quarta feira 30 de dezembro de 2015 no teu ventre rosalie denik no teu ventre nascem flores como só aos deuses é possível e aos mortos querem fazer crer na nascente da vida asseguro eu que lhes conheço a fragrância publicada por caminheiro à s 19 09 2 comentários etiquetas pedras inspiradas sábado 17 de outubro de 2015 anoitecendo fitra pranadjaja senta se na margem extrema da tarde na espera pela noite quando ela chegar despir se á até que o seu brilho seja marca no oceano de breu que nos fecha o dia publicada por caminheiro à s 20 02 1 comentário etiquetas pedras des calçadas sexta feira 2 de outubro de 2015 leituras matteo serpi eram muitas as palavras que se acumulavam em linhas e parágrafos e páginas e capítulos que ela lia aglomeravam se como as pessoas na carruagem onde a manhã corria sobre carris rumo a um destino que parecia comum interrompendo a concentração da narrativa que o autor lhe oferecia sentiu o olhar a seu lado invadir lhe as páginas uma brisa há muito não experimentada tocou lhe o âmago espontaneamente assegurou se de que a leitura seria possível a dois pares de olhos e a descrição que seguia começou a ser conquistada por um questionar exterior o que o levaria a seguir as palavras que em leitura lhe oferecia começou a demorar o virar de página com um espaço de tempo em que adivinhava a leitura dele já terminada sentia lhe fervilhar como se a ficção fosse realidade a descoberta a aventura o desejo aos poucos a cidade ia apoderando se de passageiros e a carruagem vazando com as páginas folheando se a caminho do epílogo as estações guardaram todos os viajantes na longa carruagem agora só ele permanecia com ela lado a lado numa proximidade inquietante todos os outros lugares vazios desnecessários no meio dos parágrafos imaginou se transparente como a musselina da blusa que trazia vestida sonhava que palavras se escreviam a partir da sua imaginação e ele poderia lê las dizer lhe mais do que as escritas no seu livro e que nesta manhã partilhava inverosimilmente com um desconhecido subitamente ele levantou se encaminhou se para a porta e na paragem seguinte saiu sem uma única palavra sem um único olhar para além do que lhe deixara pelas linhas partilhadas sem rasto o livro ficou por concluir quantas histórias haverá por terminar porque páginas ficaram em suspenso quantas viagens se diluem porque os destinos não coincidem publicada por caminheiro à s 19 23 3 comentários etiquetas pedras des calçadas quinta feira 17 de setembro de 2015 se eu pudesse tocar te se eu pudesse tocar te perder me ia na sinuosidade da descoberta se eu pudesse tocar te embalaria em sopros suspiros e percussões em surdina afinaria as cordas que me atam em ansiedade as mãos flutuariam entre a forma e o desejo e inventaria a sonoridade das gargantas abafadas se eu pudesse tocar te desafinar me ia em cada teu canto curvilíneo poema de um corpo por encantar e a sinfonia na espera por um compasso desapertando se publicada por caminheiro à s 19 32 2 comentários etiquetas pedras des calçadas terça feira 30 de junho de 2015 traz me christoph hessel traz me um abraço de pássaro ou um voo imensas asas vergam se aos olhares dos homens deslumbrados peitos abandonando a criança que não nega acredita e vai encontrar nos emos nas infâncias escondidas nas copas das árvores contando as pegadas das vozes levadas mas por esquecer publicada por caminheiro à s 19 30 3 comentários etiquetas pedras des calçadas quinta feira 6 de novembro de 2014 em gritos oldrich kulhanek segura me a pele que já se despega tenho um grito cravado no ventre e outro gravado na memória quando nas arribas dos corpos se abrem desfiladeiros por onde a primavera corre incendiando os poros em verão publicada por caminheiro à s 19 05 1 comentário etiquetas pedras inspiradas terça feira 4 de novembro de 2014 ocaso jonathan munshi entardeço a cada pôr do sol para além de um horizonte a que não chego mais do que com a fantasia publicada por caminheiro à s 19 00 sem comentários etiquetas pedras sentidas mensagens antigas página inicial subscrever mensagens atom caminhos pela calçada 2018 1 julho 1 fim 2017 1 outubro 1 2016 1 junho 1 2015 5 dezembro 1 outubro 2 setembro 1 junho 1 2014 14 novembro 2 setembro 3 maio 1 março 6 janeiro 2 2013 76 dezembro 7 novembro 3 outubro 1 setembro 1 agosto 8 julho 8 junho 7 maio 1 abril 8 março 4 fevereiro 13 janeiro 15 2012 103 dezembro 16 novembro 15 outubro 15 setembro 18 agosto 2 julho 3 junho 3 maio 6 março 5 fevereiro 10 janeiro 10 2011 186 dezembro 19 novembro 13 outubro 15 setembro 6 agosto 3 julho 7 junho 19 maio 19 abril 18 março 19 fevereiro 25 janeiro 23 2010 374 dezembro 17 novembro 24 outubro 16 setembro 30 agosto 27 julho 44 junho 48 maio 35 abril 47 março 56 fevereiro 25 janeiro 5 quem serei caminheiro passo a passo traçam se caminhos para chegar a lugares que se desejam sou caminheiro de mim mesmo nas pedras duma calçada a percorrer num quotidiano por descobrir ver o meu perfil completo quantos percorremos as pedras da calçada online sons da calçada ana moura tens os olhos de deus vizinhos quantos caminharam na calçada tema simples com tecnologia do blogger
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