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vagos, compelidos, existirem, amalgamas, mortiças, rostos, increpados, buscam, avidamente, subterfúgio, escravizarem, vulgar, resignação, humana, tentam, escapar, inefável, infelicidade, vivem, sabem, outrora, acalentavam, mirraram, dissidentes, soís, afogados, horizonte, relógios, parados, antes, relógio, pare, cidades, dormem, despidas, brados, esgares, homem, encontro, refúgio, deito, regrado, papel, escrevo, duarte, temtem, refugios, absorvendo, maresia, planetas, simbólicos, certos, prazeres, iluminado, luzes, escassas, argenteos, territórios, construtores, teias, minúsculas, pérolas, dança, tornarem, natural, exprime, bailado, dois, rumamos, casa, serão, fábulas, muito, variadas, maneiras, senão, consciência, convulsa, coisas, poderemos, resistir, convulsão, terrestre, cerveja, tabaco, subsolo, agua, potável, todo, descontentamento, violência, fechado, alienação, mesmo, diz, estamos, condomínio, motim, alastra, cidade, alastram, seria, interessante, entanto, mãos, poderia, solução, rebentamento, será, risível, perdição, faria, sentido, estivéssemos, país, distante, exacta, foleira, digestão, neurónios, metáfora, devesse, boca, reacção, essa, mesma, auto, canibalismo, mastiga, copos, valido, resultado, acordamos, lábios, sexos, estão, excitados, destruição, espaço, cada, seu, exigir, alucinação, felicidade, artificial, temporalidadede, mergulho, agitação, suicidaria, encontrarmos, certa, transparência, podia, existirmos, alcoólicos, apesar, seis, manha, segue, era, ninguem, pergunta, horas, madrugada, estranha, forma, friday, separe, sussurramos, vindo, acreditar, permanecerão, verdadeiras, finalmente, chegar, serei, levado, deste, tens, sido, única, coisa, desejei, estás, desejo, encontrar, desculpa, existira, ninguém, substituir, murmurei, eram, absurdas, devia, percebido, então, tínhamos, falado, aconteceria, fossemos, separados, força, circunstâncias, manter, promessa, fiz, naquela, dou, mim, teu, rosto, meio, multidões, sei, impossível, conter, busca, interminável, destinada, fracasso, meus, braços, sinto, saudades, alguém, morre, população, entra, vigília, mortos, amizade, vivos, companheiros, anos, pedestrar, nesta, abandono, seus, duas, gerações, sucederam, eles, foram, reboque, deles, confina, lhes, chegados, família, colectiva, suas, esvaziadas, objectivos, alegrias, anciãos, trôpegos, quase, forçados, descuidos, trabalho, tréguas, parecem, ainda, velhos, vão, arrastando, povoado, ruído, surdo, bengalas, gastas, triste, convergência, pequena, leva, obrigação, começa, despedida, finado, cumprindo, respeitável, ritual, desfilar, memórias, sentimentos, toda, alternância, grandes, eloquentes, silêncios, chegue, prossegue, ciclo, imparável, despovoamento, flores, acumulam, compradas, pouco, virá, medo, venha, possa, dizer, boa, vir, sina, sunday, vemos, frente, repetiçao, erros, encarregasse, voltar, trazer, volta, fantasmas, medos, falta, dinheiro, realizaçao, pessoal, sentimento, injustiça, solidão, somente, repente, 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cantodalua skip to main skip to sidebar cantodalua não só aos profissonais das letras cabe o monopólio da palavra escrita a nós também wednesday august 03 2011 indefinição há momentos em que o desespero é tao grande que deixamos de conseguir fazer seja o que for a não ser flutuar ao longo dos dias vemos na nossa frente a repetiçao dos nossos erros como se a vida se encarregasse de nos bater e voltar a bater e trazer nos de volta todos os fantasmas e medos seja pela falta de dinheiro de amor de realizaçao pessoal seja pelo sentimento de injustiça ou solidão ou tão somente porque de repente olhamos para o que fizemos até hoje e descobrimos que nada foi como deveria ser ou como projectamos e contudo trabalhamos arduamente fomos e somos correctos uns para os outros demos o nosso melhor mas quando nos projectamos demasiado sobre a vida arriscamo nos apenas a ver aquilo que queremos ver e não aquilo que que a vida nos dá é por isso que nos encaminhamos e nos cansamos facilmente com aquilo que o quotidiano nos oferece por isso hade haver sempre quem se queixe que a rosa tem espinhos mas hade haver sempre quem se alegre porque os espinhos têm rosas publicada por axadresado em 3 59 pm 2 comments sunday july 03 2011 sina da vida quando alguém morre a população entra em vigília pelo respeito aos mortos e pela amizade aos vivos companheiros de anos de pedestrar nesta vida do lado de cá o abandono pelos seus pelas duas gerações que os sucederam e que também eles se foram embora uma a reboque da outra a perda de um deles não se confina aos que lhes são chegados por família é perda colectiva é mais um vazio nas suas vidas já tão esvaziadas de objectivos e alegrias anciãos trôpegos quase todos pelos forçados descuidos do trabalho sem tréguas parecem ainda mais velhos do que são lá se vão arrastando pelas ruas do povoado num ruído surdo de bengalas gastas em triste convergência para a pequena igreja onde os leva a obrigação e o respeito é lá que começa a despedida ao finado cumprindo se o respeitável ritual do desfilar de memórias e de sentimentos ao longo de toda a noite em alternância com grandes e eloquentes silêncios até que o dia chegue é lá que prossegue o ciclo imparável do despovoamento as flores acumulam se compradas com o pouco de quem nada tem o meu dia virá espero não ter medo espero que quando venha possa dizer a minha vida foi boa pode a morte vir publicada por axadresado em 4 36 pm 2 comments wednesday june 29 2011 saudades sem ti nos meus braços sinto um vazio na alma dou por mim á procura do teu rosto no meio das multidões sei que é impossível mas não consigo conter me a minha procura por ti é uma busca interminável destinada ao fracasso tu e eu tínhamos falado sobre o que aconteceria se fossemos separados por força das circunstâncias mas não consigo manter a promessa que te fiz naquela noite desculpa meu amor mas não existira ninguém para te substituir as palavras que te murmurei eram absurdas eu devia ter percebido isso então tu e só tu tens sido a única coisa que eu desejei e agora que já não cá estás não tenho qualquer desejo de encontrar outra até que a morte nos separe sussurramos na igreja eu tenho vindo a acreditar que as palavras permanecerão verdadeiras até finalmente chegar o dia em que eu também serei levado deste mundo publicada por axadresado em 10 14 am no comments friday march 18 2011 estranha forma de vida madrugada ninguem pergunta as horas apesar de tudo são seis da manha e o dia que se segue já era temos problemas alcoólicos que não seja por isso todos temos problemas mas também se podia falar do problema de não existirmos nos dias de encontrarmos uma certa transparência entre a nossa temporalidadede mergulho e a agitação suicidaria vivemos a alucinação da felicidade artificial ao menos isso embora cada um de nós tenha sempre o seu problema a exigir um espaço de destruição dentro de si os nossos lábios e sexos estão sobre excitados isso é certo mas não é por isso que quando acordamos e olhamos para os nossos copos tenha valido o resultado a reacção é essa mesma a do auto canibalismo que nos mastiga a boca uma digestão de neurónios embora a metáfora devesse ser mais exacta ou menos foleira e se estivéssemos num país distante será que a nossa risível perdição faria ai sentido poderia haver a solução do rebentamento também isso não seria interessante no entanto as mãos alastram é certo o motim alastra pela cidade e dentro de nós o mesmo mas que nos diz isso agora se estamos no condomínio fechado da nossa alienação há violência nas ruas em todo o lado há o descontentamento mas nós vivemos no subsolo temos agua potável cerveja e tabaco que mais poderemos ter para resistir á convulsão terrestre que mais senão uma consciência convulsa das coisas pode se falar muito e de variadas maneiras mas não serão tudo isso apenas fábulas publicada por axadresado em 12 11 pm no comments wednesday march 16 2011 sinfonia pela noite dentro absorvendo a maresia rumamos a casa entre o bailado de dois corpos onde nada de exprime por palavras com a sinfonia em c tão natural que se dança até os corpos se tornarem construtores de teias de minúsculas pérolas de luzes escassas argenteos territórios de certos prazeres iluminado planetas simbólicos publicada por axadresado em 11 25 am no comments thursday july 02 2009 refugios sôfrego acordar que por entre as frinchas do primeiro olhar me impinge os raios opacos da realidade á janela amontoa se as vozes dos transeuntes numa miríade de imprecações matutinas são o timbre clandestino do meu quotidiano saio para as ruas fastidiosas saturadas de odores mirabolantes são labirintos de ínvias esquinas de olhares vagos compelidos a existirem amalgamas mortiças de rostos increpados pela vida que buscam avidamente um qualquer subterfúgio para não se escravizarem á mais vulgar resignação humana tentam escapar á inefável infelicidade do mundo em que vivem e sabem no os sonhos que outrora acalentavam mirraram como dissidentes soís afogados num horizonte de relógios parados e eu fujo fujo antes que o meu relógio pare quando as cidades dormem despidas de brados e esgares do homem encontro o meu refúgio é quando me deito no regrado papel e escrevo duarte temtem publicada por axadresado em 10 57 am 2 comments thursday april 16 2009 palavras do amontoado de letras formam se palavras que se unem em frases por um caminho onde delira a linguagem soltam se para que ao serem entregues pela brisa nelas se sinta um toque de ternura e carinho olha a vida com os olhos da alma não te esqueças que somos sonhos livres voando no universo à procura do amor que fará morada nas nossas vidas sonha o que ousares sonhar vai aonde queres ir sê o que quiseres ser vive l uta publicada por axadresado em 1 19 pm no comments older posts home subscribe to comments atom followers blog archive 2011 5 august 1 indefinição july 1 june 1 march 2 2009 2 july 1 april 1 2008 1 october 1 2007 5 november 1 january 4 2006 25 december 3 november 1 october 2 september 1 july 4 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