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dias de telha para um cérebro sem teias de aranha dias de telha para um cérebro sem teias de aranha início about set 23 2020 1 comentário coisas de quase gaja dollface acabei de ver a série dollface que usei enquanto durou como um intervalo curto de descanso do cérebro foi uma experiência antropológica interessante eu nunca tive um clique um pack de amigas nunca fui à casa de banho aos pares nunca vivi e morri pelo código da irmandade no sexto ou sétimo ano tive um clube de poetisas com duas amigas três pessoas unidas por pouco talento para escrever poemas e um amor adolescente pela poesia melodramática melhor exemplificada pelos sonetos de florbela espanca também passei pela fase romântico gótica de passear pelos cemitérios aparentemente herdada da minha mãe e rapidamente curada assim que passei a ter alguém dentro de um deles acredito que essas fantasias só sobrevivem até enterrarmos alguém que amamos continuo a não ter um pack um clique uma irmandade do sagrado feminino com quem ir fazer xixi aos pares mas tenho as a elas as minhas sorpresas que são retorcidas e defeituosas como eu e temos um código de livros e desabafos e estar com elas é como regressar a casa set 03 2020 deixe um comentário alimentar o cérebro on earth we re briefly gorgeous the children the veal they stand very still because tenderness depends on how little the world touches you jun 02 2018 deixe um comentário dias de telha a impersistência da memória a posteridade já não existe toda a gente escreve um livro tem um blog lança um disco vai à televisão há tantas ideias novas ao mesmo tempo que tudo é cada vez mais efémero mais mutável menos persistente todos os dias desaparecem de circulação demasiados livros para que seja possível manter a pretensão de que deixar obra feita é garantia de imortalidade ou de alguns anos de persistência na memória colectiva depois de nos extinguirmos cada vez mais existe apenas o que fazemos agora em cada momento há demasiadas borboletas a bater asas para que se saiba qual causou a tempestade jan 25 2018 2 comentários uncategorized a avó já morreu respondo eu ao meu filho esperando que os seus 4 anos não lhe permitam perceber que neste já se esconde inexorável a morte de todos nós há coisas que seremos sempre demasiado novos para perceber out 12 2017 7 comentários para mais tarde recordar pequenos prazeres inúteis meu querido ano todo gosto de morar numa cidade pequena gosto que o arquitecto com quem estou a pensar uma casa tenha sido aluno da minha mãe quando ela estava grávida de mim que a irmã dele tenha sido minha professora e que o pai tenha cantado comigo no coro gosto que um dos melhores amigos do meu filho seja filho de uma pessoa com quem brinquei quanto eu tinha a idade deles e neto de uma amiga da minha mãe minha professora de português gosto de encontrar na rua uma antiga professora afamada solteirona que morava com os pais já entrada em anos e de a ver finalmente de braço dado com alguém e um ar feliz gosto de conhecer quem me vende os legumes a fruta e o peixe como a minha mãe conhecia quando eu era pequena gosto que quem me vende a fruta e os legumes seja minha vizinha a quem posso ligar para me trazer as coisas para cima quando não consigo ir ao mercado claro que tudo se sabe e privacidade é uma utopia mas prefiro isto estes cruzamentos entre as nossas vidas nas voltas que elas dão ao anonimato frio e sozinho das grandes cidades out 12 2017 deixe um comentário dias de telha dias de telha a vida devia ser mais que este eterno cansaço set 20 2017 deixe um comentário dias de telha odiozinhos de estimação gente que escreve gambas à guilho set 15 2017 3 comentários dias de telha vejo nos a levar os nossos filhos à escola ou sentados nas reuniões nós que andámos juntos na escola se não na mesma turma em turmas paralelas nós que fizemos intermináveis meses de praia juntos que jogámos volei e ao buraco que fizemos moches que íamos lá abaixo à noite que reclamávamos sempre que nesta terra não há nada que se faça que acabávamos invariavelmente na padaria aberta de madrugada e acho nos tão novos não temos idade para ter filhos empregos contas para pagar cabelos brancos e primeiras rugas ainda ontem dançávamos robert miles todos os sábados à noite ainda ontem saiu o dookie ainda ontem bebíamos smirnoff mule e ríamos como se aquele verão não tivesse fim artigos mais antigos pesquisar por artigos recentes dollface on earth we re briefly gorgeous a impersistência da memória sem título meu querido ano todo arquivos setembro 2020 junho 2018 janeiro 2018 outubro 2017 setembro 2017 agosto 2017 dezembro 2016 setembro 2016 agosto 2016 abril 2016 março 2016 fevereiro 2016 dezembro 2015 novembro 2015 outubro 2015 setembro 2015 agosto 2015 junho 2015 maio 2015 abril 2015 março 2015 fevereiro 2015 janeiro 2015 dezembro 2014 novembro 2014 setembro 2014 agosto 2014 julho 2014 junho 2014 maio 2014 abril 2014 março 2014 fevereiro 2014 janeiro 2014 dezembro 2013 novembro 2013 outubro 2013 setembro 2013 agosto 2013 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questão de princípios uncategorized vida de estudante vida desocupada vive um polícia dentro de mim blogroll 2 dedos de conversa a arte da preguiça alexandra a grande alma conservadora bibliotecário de babel boas intenções cidade surpreendente crónicas das horas perdidas eu é mais bolachas febre dos fenos livreira anarquista lonely hunters me my dreams and i menina limão paracuca rititi sem aviso tolice travessa do cais azul troll of the north create a free website or blog at wordpress com subscrever subscrito dias de telha junte se a 53 outros subscritores registar me already have a wordpress com account log in now privacidade dias de telha subscrever subscrito registar iniciar sessão denunciar este conteúdo ver site no leitor manage subscriptions minimizar esta barra a carregar comentários escreva um comentário email nome site
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