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vão skip to main skip to sidebar vão just poetry a ciência do cipó um comentário 2 comentários nenhum comentário nenhum comentário poema de 2004 meu avô de pé sólido da janela olha os amplos pastos verdes e as brandas manchas brancas sobre eles o gado nelore à distância caminha e rumina capim meu avô na sala da casa da infância em outro tempo ecoa agora em mim estou em pé palmas das mãos sobre os rins repito seu gesto meus olhos sobre outro pasto lagoa cidade montanhas céu estrelado na fazenda mais estrelas se mostravam mas não as incontáveis luzinhas da cidade dos inúmeros edifícios dos presépios das favelas vestígios de vida na noite urbana a cidade do rio de janeiro fazenda que guardo tal qual meu avô fazia com suas terras um comentário pelo desvão da rocha atravessa o seio dos dois irmãos o pedaço alvo de nuvem um comentário diz o velho ditado quem sai aos seus não degenera mas o que restaria dizer aos filhos do degenerado nenhum comentário postagens mais antigas página inicial assinar postagens atom arquivo do blog 2011 1 fevereiro 1 2010 45 dezembro 3 novembro 5 outubro 3 setembro 3 agosto 2 junho 3 maio 11 abril 15 quem sou eu dado ver meu perfil completo seguidores minha lista de blogs acontecimentos nóvoa em folha pra não ficar na gaveta quefaçocomoquenãofaço adriano nunes vai passar para roberto bozzetti
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