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construção, serve, abalar, comodidade, descrente, parece, sonhar, feliz, nessa, realidade, personagens, histórias, construídas, fora, mundo, nesse, imaginário, protegido, apareces, vagamente, descrito, luz, intensa, infantil, tuas, fielmente, reproduzidas, infindável, esboço, olhar, traduzido, apaixonantes, onduladas, química, confidenciou, quer, memória, visitar, forte, resolução, imediata, voltará, encontrar, protagonizas, magia, desconhecido, bom, reviver, profunda, colecciono, testemunham, aquilo, instantâneo, lágrima, território, desenha, visíveis, permanente, sabias, disso, manter, vivo, única, impõe, acordar, seguidos, procurar, cores, olhares, único, pés, desbravar, aprender, fórmula, mágica, música, abala, ritmo, cardíaco, chegada, alarma, boca, proferir, apoquenta, dói, passa, morena, sorridente, jovem, idade, delgados, definidos, diáfano, esguio, condensado, esbugalhados, oxigénio, dia, azuis, quais, pedras, gélidas, doces, calmos, olha, visse, estrada, quê, mal, fique, verde, podemos, apesar, levar, comandar, estes, trapos, pernas, importa, pensei, pudesse, tartamudear, cólera, sadia, fresca, atestou, rugas, feridas, ajudou, transportar, outro, lado, caminhava, baixa, tentando, delinear, aprazíveis, daquela, rapariga, breves, esgares, descobri, sabia, cor, carinho, conseguia, recebê, aragem, fazia, dançar, seus, cabelos, compridos, transparência, vinte, embelezava, linhas, definidas, cheio, lembro, ter, possuído, está, aqui, nada, intérprete, sonhadora, preciso, coisa, perguntou, acho, agradeço, fazê, engulo, angústia, reconhecer, sobrevivência, corações, selva, humana, isso, transtorna, afinal, precisam, enfiar, esgoto, inexistência, nem, render, despotismo, social, conseguirem, afirmar, bondade, gratuita, trazendo, eis, bate, vidro, cidade, chuva, ouviu, calou, estive, consegui, encher, anos, folhas, rasgadas, memórias, revisitadas, encontram, espalhadas, cada, recanto, palavra, perdida, simplicidade, essência, dor, apreender, nesta, história, desconexa, escondidos, lugares, perdidos, consumidos, constante, partida, nossas, voltei, tentar, parei, primeiro, ponto, final, fui, capaz, desenhar, fazem, sorrir, lembranças, doem, deixam, saudades, vulgares, ternura, verdadeira, envolvente, revive, presente, deixar, futuro, justifica, pensar, amor, característico, entranha, demais, aquece, permite, sono, sereno, perante, sobressaltos, incerto, permaneço, horas, neste, colada, aos, vidros, janela, quarto, observar, infância, imaginar, será, daqui, diante, costas, suspirar, dar, pouco, ânimo, pousei, cima, sua, macia, respondi, errantes, longo, linha, mar, úteis, explicar, lágrimas, querem, trago, vestida, outra, sirva, melhor, retorno, morte, lenta, lugar, feitio, expansivo, terias, sacudido, mortal, vem, sugando, estarias, capacidade, espinhoso, compacto, analisar, escrupolosamente, fazer, diagnóstico, traição, torna, desapaixonado, através, chegavam, até, milhão, vivas, fizeram, impulsionar, vejo, sombra, percorrer, também, tristes, ficar, encosto, apenas, ombro, aflição, enorme, braços, agitam, abraço, quisessem, transmitir, algo, demasiado, urgente, pode, expresso, sobra, paralisante, sufoca, tuesday, escrita, intensos, alimentam, concedem, sidebar, main,
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silêncios skip to main skip to sidebar silêncios a escrita é feita de intensos silêncios que alimentam as palavras e nos concedem a ilusão da eternidade tuesday june 10 2008 i hurt myself today achei que podia distrair te o espírito de outras coisas e dar te um pouco de ânimo pousei a mão em cima da sua a pele é macia respondi com olhos errantes ao longo da linha do mar palavras não são úteis em momentos como este em que não é possível explicar que as minhas lágrimas mais não querem rasgar a pele que trago vestida na esperança que uma outra me sirva melhor e que não há retorno no caminho desta morte lenta dos sentidos no meu lugar tu com o teu feitio expansivo terias sacudido o silêncio mortal que vem sugando a força da alma e estarias hoje com capacidade de distrair o espírito de outras coisas mas o meu coração é diferente é espinhoso e compacto precisa sempre de analisar escrupolosamente a verdade fazer um diagnóstico do medo e da traição o que o torna sempre mais desapaixonado e desta vez é diferente antes através dos teus olhos chegavam até mim o milhão de pequenas coisas vivas que já me fizeram impulsionar os sentidos mas hoje não hoje não vejo mais do que uma sombra a percorrer te o rosto os teus olhos também tristes e os teus silêncios vai ficar tudo bem encosto apenas a minha cabeça no seu ombro numa aflição enorme os meus braços agitam se num abraço como se quisessem transmitir algo demasiado urgente que não pode ser expresso por palavras e hoje sobra só este silêncio paralisante que sufoca o espaço que existe entre nós publicada por joana em 4 00 pm 3 comments friday april 18 2008 para a m o p e o i ternura verdadeira e envolvente num espaço que volta a ser o meu o passado que revive no presente sem deixar de ser futuro a verdade de sempre que me justifica o pensar e o ser é assim o regresso é assim que me sinto em casa com o amor que lhe é característico com o tudo que se entranha na pele e nos demais sentidos o tudo que me aquece o espírito e que me permite o sono sereno perante os sobressaltos do incerto que há de vir permaneço horas neste silêncio colada aos vidros da janela do quarto a observar os sons da minha infância e a imaginar como será daqui por diante com a vida às costas a suspirar em saudade publicada por joana em 6 10 pm 3 comments friday october 05 2007 as coisas vulgares que há na vida não deixam saudades só as lembranças que doem ou fazem sorrir estive para te escrever mas não consegui encher as palavras com a vida de tantos anos passados as folhas rasgadas a meio de memórias revisitadas ainda se encontram espalhadas pela casa e em cada recanto encontro uma palavra perdida que és tu simplicidade essência encontro te na verdade na dor e ainda mais na saudade só consigo apreender te nesta história desconexa feita de textos escondidos e de lugares perdidos consumidos pelo constante regresso à casa de partida das nossas vidas hoje voltei a tentar escrever te mas parei no primeiro ponto final que fui capaz de desenhar e não sei continuar te a chuva ouviu e calou meu segredo à cidade e eis que ela bate no vidro trazendo a saudade publicada por joana em 9 54 am 1 comment friday august 10 2007 solidão i passa uma morena sorridente jovem de idade traços delgados mas definidos rosto diáfano esguio mas condensado de olhos esbugalhados para o oxigénio do dia azuis quais pedras gélidas mas doces calmos olha para mim como se me visse e num sorriso de dó pergunta me se não quero ajuda para atravessar a estrada ajuda para quê mal fique verde podemos atravessar e apesar de levar mais tempo a comandar estes trapos de pernas ninguém se importa mesmo pensei antes que pudesse tartamudear a minha cólera a mão de pele sadia e fresca atestou as minhas rugas e feridas e ajudou a transportar me para o outro lado enquanto caminhava de cabeça baixa tentando delinear os traços aprazíveis daquela rapariga em breves esgares descobri que já não sabia a cor do carinho e não conseguia recebê lo em mim a aragem fazia dançar os seus cabelos compridos com a transparência dos vinte e embelezava ainda mais as linhas definidas do seu rosto cheio de um tudo que não me lembro de alguma vez ter possuído está bem aqui não precisa de nada pergunta me com uma doçura intérprete de alma sonhadora se preciso de alguma coisa não sei nunca ninguém me perguntou acho que não e não agradeço não sei fazê lo e engulo a minha angústia por ser forçada a reconhecer a sobrevivência de corações no meio desta selva humana e isso ainda me transtorna mais afinal há pessoas que não precisam de se enfiar no esgoto da inexistência nem render se ao despotismo social para conseguirem afirmar a bondade gratuita do coração publicada por joana em 4 49 am 1 comment wednesday august 01 2007 é bom reviver te em mim mesmo na solidão da noite mais profunda em que colecciono textos de palavras pequenas que testemunham aquilo que é mais instantâneo na saudade a lágrima sem território que desenha no rosto traços visíveis da tua ausência permanente sabias disso que este segredo de te manter vivo é a única força que me impõe o acordar em tantos dias seguidos que o procurar te nas cores dos olhares das outras pessoas é o único caminho que os meus pés conseguem desbravar não consigo aprender a fórmula mágica de te esquecer aquela música ainda abala o meu ritmo cardíaco a imagem da tua possível chegada ainda alarma o meu silêncio e aquela verdade que só as palavras da tua boca conseguem proferir ainda me apoquenta o espírito e a tua ausência ainda me dói publicada por joana em 11 53 am 1 comment friday july 27 2007 pedaços de ti ela diz que ainda ontem sonhou com essa leveza a que sustenta o teu sorriso cativante mas não te encontrou desvanecem lhe os traços do teu corpo por entre sonhos confusos feitos de presenças e ausências descontroladas em tempos e espaços indecifráveis ela continua a dizer que é inútil a esperança e que o sonho mais não é do que soma forçada de pedaços de outras vidas que as mãos nunca tiveram coragem de agarrar e de momentos irreais cuja construção só serve para abalar a comodidade da solidão mesmo descrente parece que te continua a sonhar à noite e que é feliz nessa realidade de personagens e de histórias construídas fora do mundo das pessoas de verdade nesse imaginário protegido apareces vagamente descrito como luz intensa numa verdade quase infantil as tuas mãos são fielmente reproduzidas em imagens de infindável doçura e o esboço do teu olhar é traduzido por palavras apaixonantes onduladas pela química dos sentidos ontem ela confidenciou me que te quer rasgar da memória e que não volta a visitar te mas à noite tu és mais forte do que a resolução imediata de te esquecer e sei que ela voltará a encontrar no sonho que protagonizas a felicidade que existe na magia do desconhecido publicada por joana em 7 01 am 1 comment wednesday july 25 2007 efémero eterno quero tanto que a recordação de ti se eternize nas imagens que em mim guardo que quase tenho medo de continuar a viver há momentos de uma perfeição poética quase tão exagerada como a estrutura da ilusão que nos sufocam o respirar e nos transportam para um estádio julgado inatingível de felicidade acrescentar lhes novos dias sons posteriores ou influências externas implica estrangular com a repetição aperfeiçoada do recordar o que o passado nos permitiu viver e desfocar a imagem do que já foi real quero tanto recordar te indefinidamente que quase sinto a coragem para congelar o meu coração e a parte do cérebro que imprime as fotografias do teu rosto e penso se não seria solução viável parar o decurso do meu próprio tempo doá lo ao nós que nunca vai existir e permitir que tu sejas a eternidade possível hoje invade me este medo de pisar o terreno estranho dos dias que ainda hão de vir mas enquanto a cobardia desse sentimento me impedir o abandono deste palco vou continuar a legendar o passado com as imagens que de ti os meus olhos souberam construir procurando agarrar este prazer que é o de conseguir eternizar a efemeridade publicada por joana em 8 50 am 2 comments older posts home subscribe to posts atom outras escritas a manh ser papel timbrado a estrela que tinha medo do escuro amanhã talvez bipolar cepticismos complicómetro é pelo sonho que vamos fundos suspiros vertigem vida de casado poetismo tragusbolis silêncios passados 2008 2 june 1 i hurt myself today achei que podia distrair te o april 1 2007 12 october 1 august 2 july 3 may 2 march 2 february 1 january 1 2006 17 november 2 october 2 september 1 august 4 july 1 may 1 april 1 march 2 february 1 january 2 2005 24 november 3 october 2 september 3 august 1 july 5 june 3 may 2 april 2 march 1 january 2 2004 24 december 1 november 6 october 2 april 1 february 2 january 12 2003 6 december 5 november 1 sobre mim joana lisboa portugal view my complete profile
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