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fruto proibido skip to main skip to sidebar fruto proibido caiam em tentação segunda feira 16 de julho de 2007 o meu amor não cabe num poema o meu amor é maior que as palavras o meu amor não se deixa dizer é um formigueiro que acode aos lábios com a urgência de um beijo o meu amor anda por dentro do silêncio a formular loucuras com a nudez do teu nome maria do rosário pedreira postado por rosa dos ventos às 03 40 13 comentários sexta feira 18 de maio de 2007 esta noite o vento ceifa os bosques e uma raiva sacode a terra se a voz do mar chamasse pelas velas os estreitos aguardariam um naufrágio e se dissesses o meu nome eu morreria de amor devo por isso afastar me de ti nãopor ter medo de morrer que é de já nãoo ter que tenho medo mas porque a chuva que devora as esquinas é a única canção que se ouve esta noite sobre o teu silêncio maria do rosário pedreira postado por rosa dos ventos às 05 48 nenhum comentário sábado 12 de maio de 2007 tatuaste o rumo da tua vida no corpo e seguiste o sem hesitações e de todos os lugares por onde passaste trouxeste amores pintados a ouro nada esqueceste na pele resta te apenas espaço para a inscrição da tua morte um sorriso pleno de sabedoria e paz troféu de tantas batalhas vencedor numas vencido noutras mas sempre sempre guerreiro ana carvalho postado por rosa dos ventos às 04 43 nenhum comentário quarta feira 9 de maio de 2007 minha boca é pouca pro desejo que anda à solta martha medeiros postado por rosa dos ventos às 03 13 nenhum comentário terça feira 24 de abril de 2007 amo te tanto e nunca te beijei e nesse beijo amor que eu não te dei guardo os versos mais lindos que te fiz beija me as mãos amor devagarinho que fantasia louca guardar assim fechados nestas mãos os beijos que sonhei para a minha boca florbela espanca postado por rosa dos ventos às 05 48 um comentário quinta feira 12 de abril de 2007 eu navego em ti o desejo insano que persegue anos a fio nas águas perigosas do teu cio eu me deixaria afogar de vez a bacca postado por rosa dos ventos às 06 47 nenhum comentário quarta feira 4 de abril de 2007 apenas um desejo me consome um desejo imenso que me tomes nos teus braços e me arrastes para um canto onde o vermelho da paixão se confunda com os contornos do meu rosto arrasta me até onde o sol se põe e descobre no cume do meu ventre todas as delícias que um dia eu guardei só para ti gabriela moura postado por rosa dos ventos às 03 27 um comentário segunda feira 19 de março de 2007 bainha aberta crava em meu corpo essa espada crua quero o ardor e o êxtase da luta em que me rendo voluntária e nua meu temor é a paz pós união desenlace derrota solidão astrid cabral postado por rosa dos ventos às 03 56 um comentário quinta feira 8 de março de 2007 se ouço falar de ti comove me o teu nome e o corpo é uma fogueira estalam me brasas no peito desvairadas e respiro com a violência de um incêndio mas parto antes de saber como seria maria do rosário pedreira postado por rosa dos ventos às 08 07 nenhum comentário é por coisas lindas como essa que eu queria ser o mar que me desse a certeza de um amor a quem amar nem que fosse de mansinho devagar devagarinho sentindo o teu corpo vogar sobre o meu leve ondular quim postado por rosa dos ventos às 06 51 um comentário quarta feira 7 de março de 2007 olho nos teus olhos profundos e quentes insinuantes o meu olhar não consegue evitar fugir para a tua boca carmim cor de romã saborosa suculenta profunda desejosa impiedosa mas tão doce não consigo deixar de a desejar esses lábios ardentes chamando por mim avidamente mergulho colado à tua boca a minha desordem o meu querer desaparece sou de ti escravo o incompreensível se faz ordem colado à tua boca sôfrega descomedida como se fosse morrer a ela colado como se fosse nela nascer e tu fosses o dia sorvo te trepidante até à luz do amanhecer passeio meus dedos em teus lisos e sedosos cabelos deles faço água de cascata encantando a minha fantasia procuro teus olhos semicerrados sinto tua respiração ofegante a ternura da tua cabeça no abrigo do meu peito toco de novo teus lábios carmim em fogo roço tua língua morna e húmida contorcendo se qual serpente salivas doces somam se misturam se sentimos em nosso peito arder esta chama indiscritível no ventre arde feito calda algo de bom que nos descontrola e nos damos por inteiro numa esgrima de bocas e línguas tua boca qual uva rubra roçando meus lábios tornando nos em húmidos murmúrios mergulhamos no poço o poço dos desejos onde nos queremos fundir e invadimos tua língua é a minha não sei meu respirar o teu eu quero nesta seiva cósmica de línguas purpuras és pólen és néctar és a essência de um turbilhão de emoções ganhas vida tens aroma viras fruto doce sensual e a mim te ofereces e então eu provo te procurando esse açúcar em contacto com a tua pele divina provo o pouco a pouco molho nele a ponta de meus dedos passo em ti e retorno seu sabor em teus lábios ficas trémula indefesa esperando a reacção que virá quente audaciosa calma desejosa inquieta que importa és um poço de desejos ávida de mim e mergulho nesse rio que corre entre as tuas virilhas saciar nossa sede beijo os teu pelos sacio me minha língua entre as tuas coxas sinto teu sabor a licor docemente molhado de teu e meu amor de cada vez sabor diferente deixo me gozar o teu cheiro excitante e quente impregno teu corpo com meu suor fazendo rolar gotas de água salgada na tua pele nua tal qual restos de chuva em nenúfar ou como um cristal brilhante de puro açúcar sobre um pedaço de fruta crua qual batalha de beijos contundentes avalanche de marcas de dentes sangue com carmim francisco postado por rosa dos ventos às 09 29 2 comentários abnegação quereria fazer te um poema com amor ternura e alvoroço com a tinta suor e sangue do meu corpo nas páginas em branco mais recônditas do teu com abnegação pedir mo ás algum dia este poema esboçado por um coração contristado numa tarde cálida nostálgica do meu outono quereria fazer de tio derradeiro poema do meu crepúsculo ah se mo pedisses quereria tanto sérgio postado por rosa dos ventos às 09 20 nenhum comentário imersão no teu perfil mágico leio o futuro que cintilana ponta do teu nariz no marfim dos teus dentes lindamente desalinhados nos teus curtos cabelos prateados a violência doce repousa entre as nossas pernasas nossas penas para sempre redimidas o calor ondula o cárcere ao abandonaro teu corpo agora e sempre o meu voga ao sabor desta ondulação nesta eterna noite de lua cheia neste banho de paz irrequieta mergulhada na esperança por uma vez vã por uma vez felicidade concretizada cola se me a língua ao céu o palato é um convés inundado de leite a comoção arrasta me pelas ancas enquanto nem acredito que estás em mim com a voz embargada calo aquilo que os meus olhos não cessam de dizer catarina pereira postado por rosa dos ventos às 09 11 nenhum comentário vem cá assim verticalmente achega te docemente vou olhar te e no teu olhar colher promessas do que quero prometer até à sincope do amor na alma colemos as mãos palma a palma a minha boca na tua sem beijo desejo te até o desejo se queixar que dói e sou tua como nenhuma foi leonor de almeida postado por rosa dos ventos às 01 47 nenhum comentário misturar nos teus os meus desejos como a saliva em todos os beijos doce como a romã translúcida que acorda a sombra desta manhã em que te encontro pedro macela postado por rosa dos ventos às 01 24 nenhum comentário segunda feira 26 de fevereiro de 2007 durante o sono despojemo nos dos corpos e vista mo nos das recém chegadas estrelas brilhas assim só para mim ana postado por rosa dos ventos às 05 54 nenhum comentário página inicial assinar comentários atom quem sou eu ver meu perfil completo paixões terás muitas paixões disse a minha carta astral um escudo de amores intensos e fugazes um rosário de nomes enlaçados por beijos alguns deles sóbrios alguns deles ternos mais altos ou mais baixos louros ou morenos há os de todos os tipos e todos são definidos por uma causa comum a virilidade que se lhes revolve inquieta entre as pernas algumas pisam forte são altas orgulhosas são firmes e obstinadas erectas como mastros poderosas e astutas seguras de si mesmas boas a raciocinar maduras decididas vão invadir tudo entram fazem se donas e por fim no seu gabinete bem firmes e inseridas sabem que é esse o seu lugar conhecem o seu papel entram saem vão se emocionando vão se acelerando conscientes do seu império impérios de uma noite monarquias de um beijo podes amá las muito e nunca as possuir poderão amar te ainda mais e não te terão nunca esquivas e risonhas fugazes detonantes nem estelas nem pegadas deixaram atrás de si apenas a lembrança incerta e saudosa das horas felizes as únicas que contam as realmente vividas lucía etxebarría arquivo do blog 2007 16 julho 1 o meu amor não cabe num poema o meu amor é maior maio 3 abril 3 março 8 fevereiro 1
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