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klepsidra klepsidra quanto mais sei mais sei que nada sei domingo janeiro 04 2009 um homem novo a esperança de um homem novo para o novo ano falo do homem essencial e não do homem capitalista homem comunista homem socialista homem fascista homem religiosos homem ateu etc porque o que se define para o essencial ser imutável na diversidade assim o que for requerido para consubstanciar a essência deverá ser o mesmo para do que dela deriva se libertarmos do peso da escolha entre o bem e o mal o certo e o errado a afabilidade e a arrogância a tolerância e a intolerância a benemerência e a cupidez etc tudo aquilo que lhe define o carácter e molda o ego estaremos perante o homem essencial que sem ser guiado pelas paixões só a dignidade reconhecida pelos outros o satisfaz onde a interacção que se pauta pelo respeito mútuo o leva a valorizar o semelhante o homem novo deve assentar a sua acção na dignidade no respeito e na valorização do seu semelhante só liberto das paixões conseguirá atingir a harmonia desejada todos temos o direito de ser buda posted by augustom at 17 08 20 comments quarta feira dezembro 10 2008 declaração universal dos direitos do homem esta exigência do homem ao próprio homem é a prova de que a animalidade a barbárie e a perversidade perduram na raça humana impossível de quantificar lhe retira o estatuto de ser superior da natureza com inteligência capaz de se reconhecer como tal ou pelo menos presumir que o seja tem esta magnífica exigência a finalidade conforme diz o preâmbulo da declaração universal dos direitos do homem que passo a citar considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade da justiça e da paz no mundo o reconhecimento e o respeito pela dignidade humana quer do colectivo quer do particular marginalizando todos os que por desconhecimento ou desprezo ignoram involuntária ou voluntariamente que é a vida que consubstancia o mundo por isso o mundo não é mais do que o somatório de todas as vidas e assim sendo é de todos e também as riquezas que ele encerra que proporcionalmente deveriam ser usufruídas este princípio universal da igualdade não está contemplado nos direitos do homem nem tão pouco na carta dos direitos fundamentais da união europeia também neles não estão consignados os deveres sem os quais os direitos deixam de ter a legitimidade que o dever cumprido lhes outorgaria direitos sem deveres interpreto como anarquia pois os direitos deverão ser a consequência lógica de quem cumpriu com os deveres uma sociedade deve assentar nos deveres dos seus cidadãos que será mais ou menos justa conforme deixe mais ou menos os seus cidadãos acederem aos seus direitos a evocação dos direitos não é feita de homem a homem mas do homem à sociedade que quanto mais os restringir mais injusta se torna por outro lado teremos os cidadãos que por estarem em oposição à sociedade a que pertencem não cumprem com as suas obrigações pergunto deverão estes cidadãos ter os mesmos direitos que os cumprem com as obrigações posted by augustom at 18 33 16 comments domingo outubro 05 2008 um cheiro de ética kantiana se convencionarmos que o egoísmo é o nosso interesse ser mais importante do que o interesse dos outros teremos o individual a prevalecer perante o colectivo penso que aqui a racionalidade se perde na irracionalidade ou seja prevalecerem os instintos primários de sobrevivência a parte não evoluída os resquícios da animalidade que a evolução ainda não sublimou por evolução não podemos tomar somente as alterações físicas ou intelectuais mas também a evolução das emoções o que leva o homem a trocar a satisfação que sentia com a barbárie pela satisfação do bem fazer aos outros assim teríamos premiado o colectivo em detrimento do individualismo a humanidade se relacionaria pela valorização e respeito pelo próximo outrossim a humanidade seria altruísta por oposição ao egoísmo é o egoísmo que aproxima mais o homem da animalidade que o coloca num grau menos evolutivo ainda que os egoístas julguem o contrário defendendo o direito de serem egoístas o maior problema do egoísta é ser a antítese do altruísta não havendo estado intermédio ou se é uma coisa ou outra e altruísta é uma infinitésima parte da humanidade que é apelidada de santa posted by augustom at 17 58 15 comments segunda feira setembro 29 2008 sobre a criação sei bem que há assuntos pela sua abstracção são difíceis de serem debatidos sei bem que a abstracção requer intuição sei bem que a intuição nem sempre é dedutiva sei bem que a dedução é de difícil expressão sei bem que na expressão as palavras adaptadas do sensitivo são imprecisas fora dele sei bem que tudo isto comigo acontece falar da criação é falar do nada conjecturar o nada e concluir nada falar da criação é intuir a abstracção falar da criação é expressar a dedução com as limitações sensitivas falar da criação é acima de tudo um diálogo íntimo com nós mesmos falar da criação é procurar entendermo nos a nós próprios falar da criação é estar preparado para não haver criação penso que o homem que exige uma criação o faz por analogia com ele próprio ao seu nascer e morrer como para o homem o conceito de eternidade imerge sempre por oposição no conceito de finitude será sempre impossível interpretar a eternidade na sua forma mais ampla sem fim e sem princípio por isso para o homem o conceito de eternidade é limitativo da forma de pensar porque aparece sempre em oposição ao limitado e nunca identificado com o que nunca foi limitado o que nasce morre tudo que é criado tem um fim se assim fosse num acto de criação estaria sempre implícito um acto de destruição e para que a destruição não configurasse um nada a criação deveria ser constante e sequente da destruição anterior o nada seria sempre uma impossibilidade pois com o nada não há criação nem destruição é a anulação do nada que propicia a criação e a sequente destruição substituir o nada pelo ciclo da criação e destruição seria transformar o nada em criação ser a criação o próprio nada anulando se reciprocamente do que resultaria a verdadeira eternidade sem princípio e sem fim só o incriado posted by augustom at 21 43 8 comments acerca de mim nome augustom localização lisboa portugal ver o meu perfil completo concurso de poesia 2008 ora vejamos concurso de contos lulu com contacto links google news edit me edit me previous posts um homem novoa esperança de um homem novo para o n declaração universal dos direitos do homemesta exi um cheiro de ética kantianase convencionarmos que sobre a criaçãosei bem que há assuntos pela sua a o espaço o tempo e a ideiatomemos o espaço como o o homem enquanto manifestaçãopodem tentar explicar um novo homem uma nova humanidade um novo concei cidadaniaum regime democrático só pode ser entend liberdadeconvêm concluir que liberdade não é um be o tempo e a verdadeverdade é um saber que devido archives janeiro 2005 fevereiro 2005 março 2005 abril 2005 maio 2005 junho 2005 julho 2005 agosto 2005 setembro 2005 outubro 2005 novembro 2005 dezembro 2005 janeiro 2006 fevereiro 2006 março 2006 abril 2006 maio 2006 junho 2006 julho 2006 agosto 2006 setembro 2006 outubro 2006 novembro 2006 dezembro 2006 janeiro 2007 fevereiro 2007 março 2007 abril 2007 maio 2007 junho 2007 julho 2007 agosto 2007 setembro 2007 outubro 2007 novembro 2007 dezembro 2007 janeiro 2008 fevereiro 2008 março 2008 abril 2008 maio 2008 junho 2008 julho 2008 setembro 2008 outubro 2008 dezembro 2008 janeiro 2009 outros blogs 100 stress 100 tretas a fábrica a idade das pedras a luz do dia e da noite a sonhadora a tradução da memória a voz do povo aguas do sul além de mim alfazemaazul ardelua ars lusa ashera atordoadas bitaites blog da sabedoria blueshell blog do conhecimento bom dia isabel cidadão do mundo cidade surpreendente confissionário de dilbert coisitas congeminações contraditório conversas com os meus botões conversas de xaxa 4 crónicas de um vagabundo desabafos casos reais da torre desblogueador de conversa desertos e florestas ditos contos do lado do mar eclipse oculto emdirecto e a cores ene coisas enresinados em busca da paz de espí rito em volta da fogueira errante escrita em dia estepes polilitárias eu sei que vou te amar ex improviso filhos de um deus menor geosapiens hammer heloisa conversando hora absurda iv hora tardia ilha encantada inapto insinuações instantes de fogo je vois la vie en vert kalinka kwan leilão de pensamentos letras ao acaso letras ao acasoii linha de cabotagem lobices margarida atheling melifluus menina marota metrografismos momentos de luar na mesa do costume debate nau catrineta no mundo da lua o emergir vespertino da quotidiana esterilidade o manual o país relativo ora vejamos outro tempo o velho da montanha papel de fantasia piano pleasuredome pleasuredome ii polittikus profi trolls puro instinto que bem cheira a maresia recordações de um baú repensando república dos pêssegos reservado o direito de admissão riachos e margaridas sais minerais segundo impacto segredo secreto oculto sei lá sol na eira sophiamar tá de chuvaii saber a mar sete mares show must go on sociocracia sopa de nabos suck and smile sublimações tears of heaven terras do nunca tijolices um homem das cidades universos assimétricos vladimir da lapa viagens na aldeia xafarica o meu outro canto a questão continuada visitas
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