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description= Poesia sensual em poético sentir e luxúria de sentidos;
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grão de malícia grão de malícia prosa erótica poesia sensual qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência grão de malícia grão de malícia miramar norte portugal grão de malícia poemas escritos de desejos e divagações onde está a poetisa que vai escrever os poemas memórias de sentidos tidos onde está a poetisa que escreve poemas nua ao pé da cama que os interrompe para beber inspiração sou apenas quem está mesmo por detrás de ti com a boca colada ao teu ouvido segredando te pequenas coisas que tu sentes de olhos fechados ana barbara sanantonio ver o meu perfil completo quarta feira 25 de outubro de 2023 incêndio incêndio incendeia me os lábios de saudades delas dizem são fogo que acalenta enraivecidas flamas ardendo intimidades duma boca que de beijos se alimenta incendeia as mãos nessa procura ateia o fogo íntimo da sedução a lama húmida da ofegante tortura dos trémulos corpos em combustão ardendo de gozo na loucura do fogo descomunal do incendiado olhar em desmesurado e excitante prazer a chama intencional a fazer queimar orgasmos intensos que ficam a arder de profundidade ritmados os gemidos estremecendo de espasmos quase dor que a boca faz despertar dos sentidos na plenitude afogueada do amor incendiando a pele sem névoa de fumo ou a palidez obscura do amanhecer da cama onde me deito e nunca durmo com a boca a incendiar e desfalecer musa publicada por grão de malícia à s quarta feira outubro 25 2023 1 comentário enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest terça feira 9 de maio de 2023 súplica oração súplica oração queria que a nossa poesia de pele fosse tão transparente como as cartas de amor de simone de beauvoir e albert camus da espessa melancolia de suor e mel ingenuidade crua e inocente quase grito quase dor imersa fantasia sem o pudor do papel os versos aclamados dos amantes de gozo e prazer quase perfeito e nos corpos suados e distantes sempre o querer a bater no peito e para sempre os mistérios do poema imperfeito e o secreto encontro da poesia a tentação sem jeito queria que o nosso amor fosse a paixão do místico envolvimento o estigma ousadia tão rubra como o sangue mais vermelho a virgem mancha no leito dos corpos abraçados no espelho da embaciada excitação do mais antigo evangelho da suplicada oração musa publicada por grão de malícia à s terça feira maio 09 2023 1 comentário enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest terça feira 7 de fevereiro de 2023 tentação ao enfermeiro as veias são como as mulheres táctil ousadia rio de pulsação sinuosas bailarinas lânguidos seres doce caminho de tentação e sedução veladas sombras de um azul marinho penetrando subtileza da agulha percorrer do sangue no seu caminho palpável meiguice acender a faúlha mulheres veias de múltiplo querer de intensos orgasmos demorados húmido sentido de profundo prazer ágil entrega de sensíveis pecados musa publicada por grão de malícia à s terça feira fevereiro 07 2023 sem comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest segunda feira 15 de agosto de 2022 carestia de versos carestia de versos do teu rosto que saudade esculpindo róseas maçãs do teu rosto as ausentes manhãs as tardes de intimidade intimidando a falta que fazem os versos no olhar de rugas sulcos vincos recordando pecados de por aí a lembrar do que senti amando em íntima nudez de palavras por dizer soletrando sílabas na escassez carestia de versos por prazer num duelo íntimo e profundo sonhando outra vez amanhecer o mundo musa publicada por grão de malícia à s segunda feira agosto 15 2022 sem comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest domingo 20 de março de 2022 primavera loucura primavera loucura talvez em cada primavera eu te reencontre róseos botões reflorescidos e na memória a saudade se confronte na doce floração dos meus sentidos e queira assim talvez no renascer da íntima sedução nunca esquecida das mãos dos lábios e no olhar o prazer do mais ternurento confronto desta vida fugaz eu sei mas tão de saudade que ainda queima a viva chama da paixão luz da mais inquietante claridade em tão breve reencontro que logo é fruta madura talvez para sempre lembrar a excitação de sentir tão profundo gozo loucura musa publicada por grão de malícia à s domingo março 20 2022 sem comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quinta feira 17 de março de 2022 a fonte perdida a fonte perdida quando dois amantes em delírio se encontram dos tempos de silêncio tão distantes e na penumbra de um quarto se confrontam com suas mãos saudosas e bocas ofegantes e as carnes piedosas e as almas delirantes ainda que os sexos adormecidos e das veias latejantes o pulsar dos sentidos não é o viril membro busca incessante ou a rósea flor humedecida quando dos dois entrelaçados é a voz soluçante a íntima saudade à rédea da vida que grita o profundo desassossego do amante reencontrada a fonte perdida musa publicada por grão de malícia à s quinta feira março 17 2022 sem comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quinta feira 21 de outubro de 2021 perdi te perdi te já nem és mais memória ou grito espasmo gemido o gozo de punhais o sentido pedaço de história orgasmo perdido na quieta noite o suspiro adormecido o som do teu desejo esquecido o delírio o querer o doce martírio o prazer e na sombra o gemer o silêncio carnal o banal endoidecer o sabre o punhal desmemoriado e a estremecer ao lembrar o louco pecado do teu olhar musa publicada por grão de malícia à s quinta feira outubro 21 2021 1 comentário enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest segunda feira 18 de outubro de 2021 sem rasuras diário a um amor desconhecido são as tuas palavras que despertam adormecendo a metade que sou de ti envelhecemos não tenho outra forma de o dizer as rugas das sílabas são verbos a pele das palavras cicatrizes fenecemos como as rosas a florescer de ensombradas raízes e os espinhos são como nervos do sensível prazer directrizes que dita o tempo e o viver é este amor descontentamento desconcerto de versos por escrever em silenciamento incerto solidão que dito em folhas caídas tão perto o outono da paixão desperto breve encontro outonal a lembrar carícias adormecidas de amor tão carnal e pergunto sem querer às tuas mãos esquecidas saberás entender do corpo a sabedoria sílabas ao entardecer que tão tarde amanhece e adentro desfalece tão só poesia ou as rugas da vida em agonia resignação palavra folha perdida em solitário coração li poemas e outros textos tudo escrito à mão a coberto da noite quando setembro era promessa de poesia e sem rasuras escrevi o silêncio que a noite pesa sobre a escuridão senti o peso do tempo perdido a sofreguidão como num diário a um amor desconhecido descrevi o desalento e a solidão a esvair se memória da íntima pele sonâmbula maré sem chão mar de sombras no olhar penumbra de fé sem ter onde naufragar a sua história de mel e de fel noctívaga sombra de papel e na penumbra escrever o que é morrer de prazer tão só milionária solitude atravessando países o sol e o pó dos tempos dos alegres e dos infelizes na sua ingénua magnitude do caos e dos desalentos bolsos cheios de ternura ombros pesados de saudade cansados da loucura e da infelicidade do medo inventado submissa amargura inventário de vírus e ilusão do sonho infectado de morte e solidão do cais de pedras e pranto e da terra revolvida de vulcões despertados de perdas e desencanto da estranha vida e os cordões desapertados arrastando no caminho invencível destino os sapatos perdidos em dias adormecidos e o amor por cumprir sem nunca desistir salva a noite da desistência sopro das palavras ao ouvido sensível a existência sonho esquecido que de ousado despertar cumpre a pena insónia a doce amónia a inebriar o descanso perdido da dor inspiração a insuportável condição de fazer sentido escrever enquanto a alma doer e o mundo fervilhar nas veias latejar o medo formigamento o íntimo lamento a gotejar tinta em forma de palavras prece ou poema o doce cortejar da poesia míseras mágoas a serena agonia da vida esse concluiu estranho inebriante silêncio espesso escuro do negro ao castanho afiado e cortante pesado e duro húmido ensanguentado peçonhento entranhado por dentro na sua feroz tenacidade de nudez invisível a inviolabilidade do pensar indivisível multiplicar da emoção que em segredo se faz medo no coração abrindo dos poros latitude da geografia dos anjos cartografadas as asas as horas pesadas de noturna leveza e longitude o suave rumor e a delicadeza do voo inflorescência leveza do cardo amor completude do sentir sacramental virtude íntimo peregrinar do magma acendido fogo a expelir a flor rubra incandescência acesa a cor como a ferir luminescência ilusória do alto da montanha a fazer história qual teia de aranha a enredar memória nas mãos engelhadas o afago do tempo cântico glória tamisando de seda o despudor cabelo branco em mechas ardidas acinzentadas qual sentimento perdendo a cor brilho e prata das asas cortadas o olhar que desata em cordelinhos inquestionáveis caminhos da terna idade a ser desmerecer a eternidade ao morrer todo um tempo a suspirar os frágeis instantes de corpos fundidos a gemer e a arfar as lembranças distantes de ambos perdidos na pequena morte prazer de gozo os sentidos e louco o querer que restou o que o tempo deixou vontade amadurecida o suspiro o gemido o querer adormecido que esquecer não levou do restante da vida a espera que marcou rumo ao sentir cicatrizando a ferida remendando a cerzir a dor adormecida o fundo da saudade o beco sem saída a profundidade medida em dias de espera de silêncio empedernido angústia ardente e severa e o orgulho ferido do abandono incompreensível o silêncio invisível desalento insensível a demora o regresso imprevisível o agora sem nada cobrar do viver a esperar e cada vez mais sós verso voo voz este poço de inquietação onde caindo adormeço estremecido de loucura no fosso da razão se vai abrindo a terra como mortalha de tortura trinando desvalido fado menor que desvairado luto se avizinha o triste cântico combalido do amor o desgraçado que chora a sua sina em quadras de versos desalinhados que a rima destoa a dor trinada reversos de inquietações e tristes fados ao som da viola e da guitarra queira deus que a voz nunca lhe doa e o fado em súplica a gemer aos céus solta a ave que assim voa como a prece a inquietude do olhar gemida a alma a estremecer faz do verso a voz a esvoaçar amando quando podemos tu queres nunca deixei de querer querendo ao silêncio a solenidade que invoca súbito o prazer em memória a intimidade fazendo acontecer a doida vontade o louco tesão nunca deixando corpo alma o ser outro caminho buscando a mais secreta fantasia podendo ou não quando fazendo poesia em excitação escrever ou pintar da húmida paleta o que a mão sonha em desejo a loucura secreta dócil sombra do último beijo corpos a endoidecer ou o entregue olhar como quem se arrepia e tudo pode desculpar a dor que inebria poder e querer dois corpos em desprazer reencontrados num lívido outono ferido a coberto de um rumor a terra latejando o vento soprando de cinzas e dor desfasados no tempo e na vida sem qualquer sentido o ilusório sabor da acidez ferida a jorrar melancólica poesia das estações a rimar a instabilidade temporal o vendaval melodia a soletrar pingos enevoados de chuva dos céus acinzentados onde acontece o outono musa publicada por grão de malícia à s segunda feira outubro 18 2021 sem comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest mensagens antigas página inicial subscrever comentários atom murmúrios euforia beijo grão de malícia sensualidade inspiração arquivo do blogue 2023 3 outubro 1 incêndio maio 1 fevereiro 1 2022 3 agosto 1 março 2 2021 2 outubro 2 2020 23 novembro 4 outubro 3 setembro 9 agosto 2 julho 1 maio 4 2019 35 outubro 8 setembro 18 agosto 8 abril 1 2018 45 dezembro 7 novembro 5 outubro 4 setembro 2 agosto 2 julho 5 junho 3 maio 3 abril 4 março 2 fevereiro 3 janeiro 5 2017 50 dezembro 1 outubro 1 agosto 7 julho 7 junho 7 abril 1 março 11 fevereiro 10 janeiro 5 2016 122 dezembro 4 novembro 8 outubro 3 setembro 20 agosto 2 julho 8 junho 1 maio 9 abril 17 março 23 fevereiro 18 janeiro 9 2015 80 dezembro 8 novembro 9 outubro 13 setembro 9 agosto 5 julho 3 junho 4 maio 6 abril 8 março 8 fevereiro 6 janeiro 1 2014 92 dezembro 2 novembro 4 outubro 7 setembro 13 agosto 10 julho 9 junho 10 maio 13 abril 7 março 7 fevereiro 6 janeiro 4 2013 68 dezembro 12 novembro 4 outubro 5 setembro 9 agosto 7 julho 7 junho 1 maio 4 abril 2 março 3 fevereiro 3 janeiro 11 2012 68 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