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marginal marginal no quarto crescente que os teus modos explicitam és a guarda dos segredos construídos cama a cama és os sonhos revertidos em cada almofada em que teus cabelos repousaram seus aneis falo de dias tristes dias longos e chagas abertas de olhos redondos chorando lágrimas e sangue no medo da solidão carregando os ombros teus seios fartos fartos de dar fartos de receber sombras e espectros volatilizados logo depois nos sonhos fugindo da esperança que morreu agruras zunindo nos brincos balouçando suave e os gestos repetindo se ausentes de ti reflectindo nada nem ninguém és ave aprisionada dentro de ti cega de encontro a grades de gaiola dourada no aspecto negra na essência amores e desamores vertiginosamente sucedidos sempre em esplendor sempre em fracasso faúlhas na noite que a madrugada apaga foto de sergey poddubny posted by nobody at 5 12 p m 1 comments o tempo me dará razão e confio nos sentidos que me inundam e me empurram em sorrisos diluídos no amanhecer contigo no calor da pele com pele que se não descose em brilho cruzado de olhares que se gostam nas mãos que se namoram e descobrem em vasos capilares da minha vontade pulsando em frenesim na tua voz no manto coado de paz na noite apertando se lentamente em redor em salivar do corpo esfomeado de ti na pulsão em urgência no dia que escorre esperando esperando em fome que se não sacia adiando e expectando mais nas expectativas concretizadas desdobrando se multiplicando se em mais expectativas foto biclipse de rui nabais posted by nobody at 7 52 p m 0 comments sentei no meio do deserto sobre uma pedra redonda esperando a miragem caminhando serena saciando a sede dos olhos nos longes de calor vibrante paradoxo do frio que sinto sentado ali o peito anuncia se num torno impossibilitado de respirar e um buraco negro na alma aspirando em ciclos minando o invólucro da carne demasiado pequeno para comportar todo o sentir foto fogo em flor de david ligeiro posted by nobody at 5 13 p m 1 comments sou eu que quero que o que sou não seja e apenas se afirme não sendo sou eu que quero que tu não vejas aquele que olhas mas o que imagino perdido já não sei ser apenas representar e como qualquer mau actor culpo do que não transmito teus olhos de não saber olhar foto de nuno nozelos posted by nobody at 6 39 p m 8 comments amanhecer amanhecer de mais um dia mais um diferente de todos os outros pela inevitabilidade do tempo e pela sua própria substância ainda assim apenas outro na insignificância última de repetição idêntica areia fina combinada repetidamente e igual no resultado pardo de cor apesar da luz emergente coada por expressões fechadas e passos premeditados na origem e na fadiga que em todos adere não reflectindo como sebastianismo renovado e vão dobrado nas esquinas concavas de outras manhãs parece um fado turvo e enjoado de lamúrias ocas que a poesia colhe mas nos olhos mortifica em quebranto igual gémeo falso na bruma do nada no cansaço dos olhares mal despertos e de histórias sem sal nem som semblantes sem luz nem amanhecer alquebrados largando poeiras nos passos de rumo habitual e único engelhados na velhice que se colou ao nascer espectros em bruma escolhida como razão pairando numa pressa circular que devolve a cada momento o momento anterior igual mas mais velho e sem marcas na cidade sem espanto e de porquês proibidos a liberdade conta se em voz surda cavalgando unicórnios de florestas encantadas e a música apenas se relembra na entoação fúnebre de actos sem significado palpita em cansaço a memória da terra eivada de sangue e de pólvora e do pisar castrante de multidões de vivos mortos gritando os últimos desesperos e esperanças na marcha da manhã agoniada para o frenesim da morte eriçam se os galhos puídos pelo tempo da floresta esquecida de aromas doces de hortelã e isso sim anestesiada pelos fogos de ganância e pelos espasmos de virgens estupradas em festim foto dunas de reinaldo ferro posted by nobody at 2 57 p m 1 comments à janela em estendal sem suportes no negro vazio pleno de energia cintilam novas e anãs condicionadas de amarelo empolado satélites e asteróides plenos de histeria verde seco e planetas constantes num cabeçalho de diário cósmico sem função nem causa algures na universalidade de balizas diluídas pela palavra infinito que nos habituamos a inventar justificando ignorância em jangadas de sonhos e idealizações contemporâneas navegamos nos mares de teoremas batidos por agrestes matemáticas sólidas e sem substância sentimental lobrigando o que o engenho permite e a visão alcança pó dimensional extrapolado para a dimensão orgânica da vertigem uma janela aberta para fora pendurando se de bicos de pés e quase alcançando o inalcançável à distancia de um piscar de olhos e um dedo estendido de criança sol na palma das mãos e mar escorregando do horizonte rasgado num vislumbre de ocaso posted by nobody at 5 49 p m 2 comments dessa lágrima que não sinto e desconheço origem monto em puzzles significados e impulsos de carícias desconhecendo até se não será apenas elementar riso tão incolor difusa enigmática e muda mesmo conhecendo a alma pergunto me o estado apenas uma lágrima como sendo mais dos olhos transpira a forma como se sente o que sentes varia na facilidade com sensibilidades fortuitas ou aleatórias catarse de dia e de tempo do gasto e do gosto das nuvens esvaziando se lá fora ou da rosa agoniando de calor posted by nobody at 5 26 p m 0 comments encanto um dia de ondas em bandos e esquecidas de si investindo contra negro e duro punho estendido apontando o sol um dia de lagos de prata brilhante na planície cinza escuro ondulando em pulsão cardíaca descompassada um dia de imergindo da espuma herói de outrora qual falo erecto agora esquecido e archote apagado um dia de vontade de acendê lo outra vez na busca de rota ir para voltar no rastro das acendalhas ardendo um dia depois das dunas superadas no areal deserto e morno dos lancis de rocha tropeçados e aguados em suor dos olhos perdidos nas estrelas e recuperados no mar um dia aconteceu o presente implodido e reerguendo se coberto em véu de pó com brilho amortalhado de destroços nesse dia presente soltaram se lágrimas em torrente do céu rachado que lavaram feridas encastoadas de passado com ais de dor ais de alívio eterna duplicidade misantropa e masoquista que sabe bem como sabe bem hoje futuro de então futuro agora porque hoje será amanhã o universo ronda o branco dos olhos e a terra gira apenas porque o permito neste dia de meia luz cinzenta algures no meio de folhas balançando o anúncio de chuva o tempo parece que pára num morno nada se passa quando tudo acontece difícil respirar e não é o vento contornando o abafo que aconchega ou a agreste manta escura que pesa será talvez o planar sem peso nem tom nem horário do silêncio e que silêncio daqueles que dói de ausência e perverte os sentidos daqueles que se entranha e nos agarra por dentro espremendo angústia sem razão mas de um conforto apetece pensar apetece recriar o momento e escrevê lo e contá lo e não ter que contar apetece saborear o gosto que arrepia a aspereza da imagem roçando a face algures no nada e dentro de mim é o meu mundo finos fios transparentes em arcos e voltas sem nós ligados às mãos abertas do outro lado balões balões sonho balões tonalidade balões melodia e outros não me enclausurei vertido no umbigo apenas me encanto muito com o que me dá prazer a vela foto de fran ois benveniste posted by nobody at 7 52 p m 0 comments desconforto na ausência de audácia que perturbe a indefinível sensação empalado em bloco de granito amarelo e frio ao frio cada filamento orgânico chia exposto em venda como coisa velha não antiga raiva deste minuto em que o passado já foi e o futuro não veio não tendo importância apenas porque não enquanto o sol bate no rosto e o vento atropela cabelos brilhando selvagem e florescendo na marginal junto ao mar na hora em que as lágrimas outonais desvanecem se pela face sem tristeza sem rancor sem ira apenas por efeitos de luz demasiado forte trespassando os olhos tão frágeis e verdes dedos entrelaçados em mão na mão embalados no som de ondas quebrando e panos arregaçados nos mastros em esforço de liberdade segundo a segundo palavras dor soltam se compondo o momento suave pedras do vento foto de gaspar pedro posted by nobody at 3 34 p m 6 comments acomodação na ferrugem daquela porta que não abro ponho todas as razões da impossibilidade anoto anos de uso apenso gráficos de corrupção de tempo marginalizando desgastes retiro migalhas fungosas com cuidados de ciência precipitando as em tubo de ensaio aquecido previamente recolho amostra microscopicamente olhada vista e revista e já profundamente cansado decido o que previamente havia decidido que daquela porta não poderia passar fruto da imobilidade criada pela tão estudada e analisada mancha negra grassando livre e sem controlo pelas ferragens gastas daquele adamastor da vida não abro não quero abrir não posso não vou ver o que está para além não se chama covardia não se chama comodismo apenas impossibilidade assim devolvida a paz de alma e resolvida a indecisão esgotei o caminho posso sentar e deixar me morrer posted by nobody at 6 52 p m 3 comments acerca de mim nome nobody localização porto portugal simpatizo por instinto com as minorias com os fracos com os que têm culpa são tantas as pessoas que têm razão pitigrilli ver o meu perfil completo previous posts no quarto crescente que os teus modos explicitamés o tempo me dará razão e confio nos sentidos que me sentei no meio do deserto sobre uma pedra redondae sou eu que queroque o que sou não sejae apenas se amanhecer à janela encanto desconforto acomodação archives a partilhar on line à margem exorcismos margens sentidas sitio da saudade alguém me ouve que bem cheira a maresia outras margens em nuveares registro do tempo erotismo na cidade sublinhar na margem de outros encontros poesia portuguesa imagens à margem nos olhos de um vagueante 1000 imagens marginalidades giggle a quantas 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