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favicon.ico: sarauchadeverbe.blogspot.com - SARAU E CHÁ DE VERBENA.

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sarau e chá de verbena segunda feira 27 de dezembro de 2010 o tempo perdido não pode ser recuperado sua beleza só pode ser vivida como ausência a beleza dói magia é isto invocar o que se foi mas que continua a nos habitar ou será poesia rubem alves se alguém te perguntar o que quiseste dizer com um poema pergunta lhe o que deus quis dizer com este mundo mário quintana quem sou eu stella de sanctis bióloga autora de peças teatrais e aprendiz feliz de poetisa criei este espaço poético como sarau virtual para apresentar minha poesia para mim a escrita é necessidade diária exorcismo terapia oxigênio bem vindos prelúdio trecho algo de mim se vai pacificado em tinta preta subjugado pela sina alucinada das palavras do silêncio repousado na vertigem salta um naco meu que canta e grita como outros tantos derramados nas estradas stella de sanctis nua dialeto em cardamomo gomo adocicado policromo alma sem selo dama em pêlo desvelada fúria sagrada às retinas curiosas desfiando visceral na coxia d alma tinta santa decora pranto em anagramas palavreados enfeitiçados desnudam estigmas carne viva sangra culpas em sonetos torporizados despojos de solidão escombros das batalhas ocultas godiva em rocinante cavalgo contra inércia nua em verso virada ao avesso desfolhada em fim e começo stella de sanctis pino daeni exílio alisando fio de orgulho nos olhos de águia emergida da solidão escotilha escancarada vislumbro o porto do exílio na enseada de nada adianta o canto da montanha nos lábios feridos por espinhos dispersos da última explosão de versos sou dos gumes dos punhais sangrentos firo e corto não importa o rastro o lastro o mastro é panteão de ilusão furacão meu corpo é caule de arrasto mistério atravessado entalhe de perdição minha arribação vem das aves de rapina das cobras caninanas das suçuaranas de riba das tempestades sulinas das fêmeas felinas das bailarinas que dançam a flor na lingua libertina quero o alto das pedreiras que as pedras companheiras não saem do chão mas gritam meus versos sem boca deixando um perfume vilão no céu de seda que beija ondas e docas de graça stella de sanctis posição trazia rosas crispadas nas mãos macias primaveras espremidas de quimeras idas já nem importavam espanto e breu orfeu levou o néctar da vestal o apogeu jogando tempo em espirais esquecidas partida hora na demora deprimida azedou água e mel na boca virei fera fiquei louca gritei em troca até rasgar a voz em sangrenta alforria deixei a parada masmorra fui à forra agora vivo na gangorra puxando encanto dobrado na tez descoberta ferida desperta tempo é luta pouco importa distância eu não salto eu voo stella de sanctis pino daeni novas diagonais calejei me sou magna impenetrável psico impermeável tranquilizadoramente forrada de calos estrela vermelha com nervos antiabalos roí o tempo carrasco e insuportável dias e dias quais eras de esferas solitárias clausuras de saudade maçante entupindo artérias de silêncio vomitei a dor famigerada a tortura inquisitória rasguei o véu cinzento do sacrifício anestesiei me de ti pisoteei tua ausência descabida alardeada como hospício tornei não recorrente a retórica exasperante da tua boca úmida e insistentemente ausente alargo as madrugadas em luas desfraldadas disponível ao presente até que outro rosto se apresente e trace diagonais passionais na minha pele enluarada teu tempo já é nada vertente desfigurada anulada na luz nascente de outra estrada tantas vezes morri já tanto renasci de superar me stella de sanctis allegro ma non troppo já não há olhar encolhido agigantei o cristalino na vastidão do mundo desbravei o espiral enviesado sou água de todos os cantos encontre me em dubai lisboa serra leoa nos piquetes nos banquetes num pernoite num sarau em budapeste aliso allegro no peito jeito perfeito de mastigar o tempo sacrifício benefício ímpeto frêmito testemunha dos segredos encouraço certos medos desfaço tudo que prende liberdade em giro presto densidade etérea anacronismo manifesto sol e noite lua e dia poesia por companhia me embriaguei de euforia allegro ma non troppo stella de sanctis ana luisa kaminski mimética sou da mata não me acerto na cidade defendo me do cativeiro de concreto num desejo violento de liberdade desamarroto as asas do pensamento extrapolo pés automotivos passivos sedentos olhos de onça pintada radar de morcego patas de guará correm no cimento naturalmente anti cibernética instintiva apelativa permissiva sou bicho palha macaco prego saci de duas pernas caipora trilha refrescante toda mata vive no meu corpo plagas verdejantes em mim vivem formas selvagens sonhos que devoram ansiedade viragens bosque de mil segredos e folhagens minh alma ponteia verde estandarte disfarçada na anacrônica campinas fumegante sou anti vigas de aço primitivamente blindada naco de floresta oculta por pele esbranquiçada mimética simbiótica defendo me da morte mas se um talho um corte verão que é seiva meu suporte stella de sanctis até se diluir a tarde em lise nestes vultos que cruzam meus passos lentos confunde verdes no mar cinzento gelo e fogo por dentro deixo me divagar devagar no andar retrô no vento que enverga ninguém suspeita que me rasga a fome oculta na nesga da prega ninguém imagina que levo no esboço poças de silêncio e alvoroço crispado e liso vácuo e peso largo estreito passo e um carro amarelo cruza avenida dobra esquina atrás da ilusão deixando rastros do som da vida minh alma numa bolha de sabão intenta pousar no chão como pingo de chuva stella de sanctis depois da chuva cai o último pingo d água na serra a vida se insinua linda e úmida abre o céu de sol em marcha não mais enxurrada campos de amoras trompetes e pífaros em destaque flautas violinos no canto da tarde euforia no parque trilhas pulsando entre brisas versos em maços de margaridas beijos em lábios acordados nos gritos da vida uma ninfa louca e mundana nua de alma e sombra passa seus véus transparentes espalhando paixão em sementes e os jequitibás nem se assombram stella de sanctis linha morta sob um sol fendido olhos encasulados distantes dos lagos azulados provocam ruptura na linha da tarde ecos de uma palavra suplicam em papiros ocres melancolia meu abismo é roxo serpenteia amuradas de heras secas suga o corpo cálido degrada tudo que o toca nuvens vítreas vagas ignaras burburinham passado no rosa crepúsculo lírio cruel vaza de esfera soterrada prega negra tristeza petrificada ônix sobre leito seco tocaia na tarde parada e eu afago luto no coração de cedro stella de sanctis abordagem mãos sangradas de dilacerar cactos teciam poesia pra despertar a pele fria caracóis dos cabelos repartidos pingavam parca luz acobreada sobre ardósia do terraço anoitecido espelho refletia o vento que levava feno tentando evaporar a lua escorrida das palavras cera rutilante acendeu me um terceiro sol nos olhos acomodando verdes milenares na soleira da face nas marquises do espírito meio às claves harmônicas de jobim em mim nuvens em ebulição e o verbo um grito dentro semente in flama e já o dia me esperava num porto esmeralda pra dividir o fogo santo com meu canto até que o amor me descobrisse stella de sanctis salvador dali o futuro nos sabia na proa do barco branco soltavas o riso lacônico pro clique da polaroid escorriam sonho nas águas montanhas cintiladas e doces em plano segundo a cordilheira transcendência o amor não tem piedade nem fronteira mastiga o verbo engole e regurgita apunhala e ressuscita sacode o cosmos com gemidos cria o próprio vernáculo inventa entoa seus bemóis e sustenidos na nudez de um madrigal felino ecoa na pele qual violino mostra metáforas como cicatrizes rasga alma expõe as vísceras seu codinome em sementes vorazes sorve água na espera transpõe a terra extrapola evidências incorpora segredos morre do que vive sobrevive no tormento lágrima e sorriso corte e ungüento sangue sêmem vida movimento transcende razão e alfabeto nem lhe basta a língua dos anjos stella de sanctis lançameno do livro roteiro das cores livraria martins fontes são paulo lançamento do livro roteiro das cores livraria cultura campinas em breve lançamento do livro o fogo das palavras palmas rosadas da messe cantavam te as domingueiras dos panos das benesses vestiam manhã costeira jardineiras vozes incorrigíveis olhares lânguidos sereias voláteis vento de centelhas sacudia maré de espelhos nos éteres ondulantes já me pressentias perto e distante quanto de mim já te cabia stella de sanctis postado por stella de sanctis às 10 37 enviar por e mail postar no blog compartilhar no x compartilhar no facebook compartilhar com o pinterest página inicial assinar postagens atom seguidores quem sou eu stella de sanctis ver meu perfil completo arquivo do blog 2010 1 dezembro 1 o tempo perdido não pode ser recuperado sua be tema simples tecnologia do blogger
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