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via da verdade via da verdade blog português de filosofia literatura mail tiomas yahoo com archives terça feira setembro 19 2006 para uma filosofia do flirt quanto a mim mais uma tentativa de racionalizar algo que é da ordem do instintivo e mesmo do senso comum toda a gente sabe reconhecer um flirt toda a gente sabe quando é que está a ser flirtado embora nem toda a gente saiba flirtar sem que para isso tenha de recorrer a uma qualquer cartilha lógico flirtosófica posted by tomás at 5 27 a m 4 comentários terça feira junho 27 2006 resumo do meu artigo emoções e o problema mente corpo 1 apresentação do problema mente corpo keywords fisicalismo completude da física causação mental tim crane emergentismo três teorias que explicam o papel causal da mente no mundo físico i teoria da identidade o argumento da variabilidade múltipla contra a teoria da identidade funcionalismo ii fisicalismo não redutivo superveniência o conceito de superveniência não resolve o problema da causação mental iii emergentismo apresentação da posição de tim crane em que este rejeita a completudo da física breve referência à obra o universo a nossa casa de stuart kaufman b três argumentos contra uma teoria fisicalista da consciência i o argumento dos zombies de david chalmers ii a falha explicativa iii o argumento do conhecimento maria a cientista das cores c thomas nagel e colin mcginn contra as explicações fisicalistas para os fenómenos mentais i em what is it like to be a bat thomas nagel afirma que a consciência por ser algo sentida apenas pelo sujeito que é consciente nunca poderá ser devidamente apreendida por uma teoria fisicalista ii colin mcginn no seu livro problems in philosophy the limits of enquiry apresenta a sua tese do naturalismo transcendental ou seja mcginn acredita que apesar de o fisicalismo ser verdadeiro e não haver mais nada no mundo que fenómenos passíveis de serem explicados pela ciência física naturalismo devido às limitações do nosso sistema cognitivo nós não conseguimos compreender como é que muitos desses fenómenos podem ser verdadeiros transcendental entre esses fenómenos mcginn coloca o problema da mente corpo o problema do livre arbítrio o problema da consciência o problema da identidade pessoal neste ponto argumento que b e c não nos apresentam quaisquer soluções ao fisicalismo digo ainda que a i e ii já foram devidamente desmontados por tim crane e que a proposta emergentista deste autor com o seu consequente abandono da completude da física em a iii simplesmente não me convence pois também não oferece uma alternativa à causalidade da física como tal na segunda secção procuro contribuir para uma resolução fisicalista do problema mente corpo aproximando de alguma forma os estados mentais dos estados corporais via estados emocionais 2 contribuição para a resolução do problema mente corpo aproximar mente e corpo via emoções a ideia essencial aqui defendida é a seguinte qualquer conceito emocional tem uma concomitante física que defini como uma protoemoção identifico todo e qualquer evento mental com um determinado conceito emocional pelo que um evento mental não pode ser considerado algo abstracto que se possa separar desse concomitante físico nomeadamente um sentimento emocional em termos históricos ou evolucionários esse sentimento emocional começou por ser a protoforma dos nossos eventos mentais no sentido em que consistia numa avaliação corporal de algo que era bom ou mau para o organismo aqui sigo patricia greenspam que identifica o significado dos nossos estados mentais primitivos com essa avaliação imediata e não cognitiva de estados do corpo ainda segundo greenspam terá sido a complexificação do nosso sistema cognitivo que terá afastado os nossos eventos mentais deste seu significado imediato inicial no entanto mesmo após a sofisticação conceptual que o desenvolvimento do nosso sistema cognitivo permitiu os nossos eventos mentais continuam ligados ao corpo constituindo o conteúdo semântico de eventos físicos como as protoemoções o desenvolvimento cultural e filosófico da humanidade levou nos a falar e a pensar a mente como essencialmente separada do corpo e de facto parece nos óbvio que assim seja imaginamo nos facilmente a sobreviver à morte do nosso corpo a trocar de corpo com outras pessoas a sair fora do nosso corpo ir dar uma volta e voltar etc e é por isso que nos custa a aceitar uma explicação fisicalista para o problema mente corpo talvez não nos seja possível falar dos nossos estados mentais como propriedades dos nossos estados corporais talvez isso não caiba na nossa grelha conceptual e nos seja completamente ininteligível mas isso não quer dizer que as coisas não sejam assim parafraseando wittgenstein de facto não nos parece que a mente seja o corpo mas como é que pareceria se a mente fosse de facto o corpo tomás magalhães carneiro posted by tomás at 11 51 a m 1 comentários mind language and action group colóquio mlag racionalidade crença desejo pocti fil 55555 2004 instituto de filosofia flup torre b 1º andar 30 de junho de 2006 09h00 abertura
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