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realistas, certa, surrealizante, versa, encantos, acaso, preocupações, formais, mestria, derruba, barreiras, adepto, ideia, deve, aforismou, holan, esboço, obra, faz, joelhos, estado, reler, fernando, primavera, exaltação, reafirmar, dúvida, esqueça, quero, lembrar, sou, virtudes, armas, pois, quer, cordeiros, bezerros, esse, descomedido, gesto, simultaneidade, sensações, antagónicas, querer, ousar, causa, juntamente, choro, rio, todo, abarco, aperto, finura, inconsistente, diz, vulnerabilidade, apaziguamento, fina, desmesurada, sinceras, aspirações, homens, nomeáveis, definidas, enlouquecido, aproxima, imagens, cama, desfeita, vontade, louca, beber, grandes, goles, entorpecente, profunda, poema, descreve, sequência, levou, aportar, país, rumorejante, personifica, transfiguração, cegar, delícias, atribui, conhecimento, senti, sábio, cheio, janelas, fragrâncias, temido, indesejado, gritei, nunca, viesses, dominador, devorador, até, imenso, capaz, absorver, oceano, transformado, 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culpabilidade, clínica, dificulta, transição, fantasmático, racional, eterna, adolescência, herberto, helder, 1961, falemos, sagaz, exercício, poder, firme, silencioso, houve, antigo, estes, arquitectos, aqueles, sorrindo, doçura, fundo, alto, segredo, restitui, lama, doces, irreprimíveis, meses, sonhando, últimas, chuvas, encontram, jeito, durar, boca, subtil, rodeada, treva, amoras, corrente, oculta, gosto, entusiasmo, corpos, protege, sorve, silêncio, admirável, fontes, pensamentos, pedras, celeste, fogo, exemplar, dormimos, vemos, musas, inclinadas, nós, estreitas, erguidas, flores, tenebrosas, temos, memória, absorvente, atenção, portas, extinção, altos, terça, andré, dia, foi, melhor, andar, bicicleta, fotografias, estou, demasiado, reparo, gasta, buracos, produzidos, roubo, digo, mim, outra, pense, todos, minha, atual, segrega, parte, nota, simplesmente, alma, profundidade, chamar, indiferença, dou, mesmos, passos, redor, jardim, penso, posso, dizer, sai, valha, pena, sobretudo, superficial, encontro, encafuado, tentando, deixar, tocar, responder, nenhuma, solicitações, dignas, indignas, apenas, impostos, faço, disfarçar, pequena, fará, cair, consigo, fechar, umas, horas, trabalho, papéis, algo, fervor, desconfio, artificialidade, inutilidade, toma, resto, fora, dentro, custa, perdi, suspeita, temo, tenha, contar, medo, escolhe, apropriada, extinguirem, regressará, rússia, moscovo, camponeses, alcoólicos, disso, imortalidade, personagens, gritam, amaldiçoam, deixam, ali, soube, sociedade, desta, máscara, rosto, lidjia, mizinova, combateram, cólera, elege, perfume, fúnebre, desperta, eloquente, sensação, odor, macieiras, cerejeiras, quinta, melichovo, médico, receava, próprio, corpo, vira, muita, sofrer, vindouros, gostam, especular, reaccionário, talvez, pensasse, rinocerontes, feitos, pêlos, macacos, parecidos, connosco, tigres, manchas, iguais, agradecia, pão, educado, passado, sabia, centros, comerciais, escrevera, estepe, última, perdia, imaginar, futuro, poderá, alguém, cavar, sepultura, brincadeiras, tontas, irmãos, nicolai, michail, discussões, fiel, amigo, shakespeare, victor, hugo, lesse, tinha, ambições, superá, los, vodka, deitado, afaga, barba, postiça, fez, entrar, mocidade, preparam, abandonar, vivos, sente, necessidade, acertar, contas, viagem, prossegue, estamos, elementarmente, segui, crescer, pudera, justiça, liberdade, longo, inverno, filmes, online, quentinho, sofá, porém, trata, apatia, andam, vibrar, discutem, embebedam, partido, celebram, alegrias, desencontros, juntos, declarações, admiração, metem, negócios, perdulários, julgam, ideologicamente, bons, polícias, mandam, caralho, regressam, mágoas, bom, frente, for, apresente, dela, festas, trágicas, trazem, espelho, família, mudou, acartou, incertezas, projectar, próximas, décadas, perder, curiosidade, garantir, acontecimento, turistas, atarantados, páscoa, pré, época, alta, marroquinização, chuva, vem, sedimentando, poeiras, existenciais, nostalgia, baixa, verte, telhados, mete, certo, nojo, varro, chão, cozinha, lavo, louça, continuamente, desalinhadas, estas, divisões, adultos, agitados, alminhas, inquietas, acordam, sucessivamente, ressaca, repetem, estórias, mirabolantes, anterior, construindo, património, universal, boémia, bocejo, colunas, melodia, tristeza, epicentro, manuelino, estação, comboios, rossio, leio, averiguam, grau, patriotismo, jovens, portugueses, alexandra, reinventa, raparigas, rapazes, bonitos, planeta, periclita, vejo, fox, life, esmorecer, birra, meia, assombra, argumentos, antigos, tantas, repetidos, série, televisão, indigna, imoralidades, praticadas, minutos, revistar, meus, alheios, cigarro, encontrá, esconderijo, óbvio, essencial, invisível, olhos, resta, pequeno, conforto, demais, dar, solenidade, desejado, repudio, situação, saber, lidar, passanço, outros, reflexo, nosso, universo, pequenino, ressentimento, acertada, ponteiros, sorrisos, fáceis, micro, antecede, notícia, cancro, gravidez, paralisa, cavalo, 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a vida escrita a vida escrita segunda feira setembro 07 2015 microexpressão a vida periclita enquanto vejo a fox life no esmorecer da birra a palavra que falta que volta e meia assombra apesar de tantos argumentos antigos e tantas vezes repetidos uma série de televisão indigna se com imoralidades praticadas por humanos contra humanos depois de 25 minutos a revistar nos bolsos meus e alheios um cigarro e encontrá lo no esconderijo mais óbvio o essencial é invisível aos olhos resta me este pequeno conforto mas agora já é tarde demais para dar alguma solenidade ao desejado momento repudio a situação por não saber lidar com o passanço dos outros reflexo do nosso universo pequenino de ressentimento e vida nada acertada aos ponteiros dos sorrisos fáceis de mal com a vida mas nada a ver com aquela micro expressão que antecede a notícia do cancro ou da gravidez a dor que paralisa para sempre o cavalo interior a alegria imensa da verdade factual o rejubilo a dois olha vamos fazer viagens publicada por marta lança à s 19 26 sem comentários quarta feira abril 24 2013 domingo domingo epicentro de lisboa café gelo a ver se o manuelino da estação de comboios do rossio leio o jornal onde averiguam do grau de patriotismo dos jovens portugueses e a crónica da alexandra que lembra como lisboa se reinventa e as raparigas e rapazes são os mais bonitos do planeta bocejo e nas colunas do café a melodia tristeza não tem fim em casa varro o chão da cozinha e lavo a louça continuamente desalinhadas estas divisões com adultos agitados que alminhas inquietas acordam sucessivamente de ressaca e repetem estórias mirabolantes da noite anterior construindo um património universal da boémia a chuva vem sedimentando poeiras existenciais e a nostalgia da baixa verte por cima dos telhados mete um certo nojo os turistas atarantados numa páscoa pré época alta da marroquinização de lisboa festas trágicas no que trazem de espelho da família que se já não tem ou mudou e nisso acartou incertezas de como projectar a vida nas próximas décadas de como não perder a curiosidade garantir a generosidade para o acontecimento como é bom tê la pela frente seja como for que se apresente é o que dela conseguir fazer um longo inverno a ver filmes online no quentinho do sofá porém não se trata de apatia alguma andam coisas a vibrar as pessoas dão ideias discutem embebedam se felizes ou de coração partido mas celebram alegrias e desencontros juntos fazem declarações de amor ou de admiração metem se em negócios perdulários julgam se ideologicamente como bons polícias do quotidiano mandam se para o caralho e regressam sem mágoas a viagem prossegue estamos elementarmente a segui la e a crescer pudera eu fazer justiça a esta liberdade publicada por marta lança à s 20 44 sem comentários a um passo tchekov está deitado antes de morrer e afaga a barba postiça que o fez entrar no teatro na mocidade como todas as pessoas que se preparam para abandonar o mundo dos vivos sente necessidade de acertar contas com a vida mais um vodka lembra se das brincadeiras tontas com os irmãos nicolai e michail e das discussões com o fiel amigo vladimir por mais shakespeare e victor hugo que lesse não tinha ambições de superá los poderá pensar em alguém a cavar lhe a sepultura tchekov ainda nada sabia do maio de 68 nem dos centros comerciais escrevera na estepe a sua última crónica e não perdia tempo a imaginar o futuro e agora agradecia o pão era bem educado com o passado talvez pensasse que os rinocerontes são feitos de pêlos os macacos são parecidos connosco e os tigres não têm manchas iguais melancólico um pouco reaccionário os vindouros gostam de especular apesar de médico tchekov receava as dores do seu próprio corpo vira muita gente a sofrer elege o perfume fúnebre que lhe desperta a mais eloquente sensação de vida o odor das macieiras e das cerejeiras da sua quinta em melichovo lembra lidjia mizinova e de como combateram a cólera sempre soube como é difícil viver em sociedade mesmo antes desta ser uma máscara sem rosto as suas personagens não gritam não amaldiçoam deixam se estar para ali escolhe a roupa mais apropriada para o momento de se extinguirem as ideias não regressará mais ao gelo da rússia ao moscovo do coração aos camponeses alcoólicos e apesar disso está a um passo da imortalidade publicada por marta lança à s 20 43 sem comentários quarta feira abril 03 2013 esta manutenção torpe o dia foi melhor depois de te ler não sei se por te ver andar de bicicleta nas fotografias estou demasiado no que não acontece reparo na roupa que se gasta pouco a pouco com seus buracos não produzidos pelo roubo e digo para mim não tenho outra não é que não pense em ti todos os dias mas a minha vida atual não segrega palavras como por toda a parte se nota simplesmente não sei uma palavra sobre a alma de ninguém não há profundidade alguma nisso a que não está bem chamar de indiferença dou sempre os mesmos passos de mãos nos bolsos em redor do jardim enquanto penso no que posso dizer te e não sai nada nada enfim que valha a pena nada que não seja sobretudo superficial por relação a ti encontro me encafuado do mundo tentando não me deixar tocar não responder a nenhuma das suas solicitações dignas ou indignas nada apenas esta manutenção torpe dos impostos então bem faço por disfarçar a verdade é que não sei qual a pequena coisa que me fará cair às vezes consigo fechar me umas horas no trabalho de ler papéis então algo acontece um fervor de que também desconfio a artificialidade e inutilidade toma me mas tudo o resto de fora e também de dentro me custa perdi aquela generosidade tão suspeita temo que só tenha para contar o medo publicada por andré dias à s 07 10 sem comentários terça feira maio 15 2012 falemos de casas do sagaz exercício de um poder tão firme e silencioso como só houve no tempo mais antigo estes são os arquitectos aqueles que vão morrer sorrindo com ironia e doçura no fundo de um alto segredo que os restitui à lama de doces mãos irreprimíveis sobre os meses sonhando nas últimas chuvas as casas encontram seu inocente jeito de durar contra a boca subtil rodeada em cima pela treva das palavras digamos que descobrimos amoras a corrente oculta do gosto o entusiasmo do mundo descobrimos corpos de gente que se protege e sorve e o silêncio admirável das fontes pensamentos nas pedras de alguma coisa celeste como fogo exemplar digamos que dormimos nas casas e vemos as musas um pouco inclinadas para nós como estreitas e erguidas flores tenebrosas e temos memória e absorvente melancolia e atenção às portas sobre a extinção dos dias altos herberto helder 1961 publicada por marta lança à s 10 10 1 comentário eterna adolescência que dificulta a transição do pensamento fantasmático para o pensamento racional publicada por marta lança à s 10 06 sem comentários na clínica as mulheres têm um ar de desalento e os companheiros dão lhes força ninguém sabe se vão conseguir resolver os seus problemas e as relações ficam tensas nessa culpabilidade inocente publicada por marta lança à s 10 05 sem comentários domingo maio 13 2012 neblina a porta do café dá para a embaixada de frança quase no cruzamento com a rua da esperança uma neblina branca cobre os prédios com um potencial surrealista estar calor sem fazer sol tem qualquer coisa de tragicomédia o telejornal da tarde fecha com uma peça do sassetti que morreu há pouco na falésia o piano induz a olhar a rua no seu crescendo de vida aquele momento em que o fim de cada um e de todas as coisas é conscienciosamente anunciado a velhota passa agarrada à sobrinha o polícia olha para as botas melancólico o homem levanta vagarosamente as chávenas das bicas a rapariga lê o jornal e nada disto é sereno publicada por marta lança à s 15 45 1 comentário sexta feira abril 27 2012 acontecendo tempo sombrio estranho severo de abandonos e morte dos que fazem falta ao mesmo tempo irrompendo coisas lindas casas maiores do que as paredes guardam memórias por viver vontades antigas ganham forma braços unem se mais certeiros publicada por marta lança à s 02 47 sem comentários sexta feira abril 06 2012 quem sabe amor onde o amor se fere ao contrário de tantos poetas em assis pacheco o amor não se manifesta tanto num jogo de privação e de busca mas numa cumplicidade do sentimento vivido a dois reacção novidade e vivência sem intelectualizar o conceito cujo sentido da sua existência é ser vivido nos seus poemas adivinha se uma presença concreta que extravasa as metáforas e partilha os versos no poema volta à amada em uma semana assis pacheco descreve a sequência que o levou a aportar no país rumorejante que personifica o amor transfiguração a caminho passa por ser casa por cegar o amante com as suas delícias atribui conhecimento senti me sábio cheio de janelas e fragrâncias é temido e indesejado gritei nunca tu viesses dominador devorador até ser enfim imenso e capaz de tudo absorver eu era um oceano depois o amante transformado transforma se o amador na cousa amada experimenta reacções contraditórias aceitação e revolta prisão e arrebatamento numa profunda relação entre poesia dor e libertação o amor é também libertação desmesurada das mais sinceras aspirações dos homens não nomeáveis não definidas um mundo enlouquecido do qual a expressão lírica se aproxima por imagens não sei se o que chamam amor é a cama desfeita o sol fugindo uma vontade louca de beber a grandes goles a noite entorpecente a p é esse descomedido gesto simultaneidade de sensações e de vontades antagónicas de tudo querer e ousar sem causa juntamente choro e rio o mundo todo abarco e nada aperto a finura inconsistente da areia diz da sua vulnerabilidade não sei se o que chamam amor é este apaziguamento não sei se o que enfim chamam amor é esta areia fina exaltação reafirmar a dúvida para que ninguém esqueça quero lembrar que sou pelo amor suas virtudes e armas contra a melancolia pois o amor não quer cordeiros nem bezerros publicada por marta lança à s 20 50 sem comentários um homem tem que viver com um pé na primavera tenho estado a reler a poesia de fernando assis pacheco um diálogo intertextual familiar a antónio machado e toda a literatura espanhola poesia inglesa entre guerras poesia americana contaminada pelos vanguardistas europeus emigrados fugindo aos modelos estilísticos dos anos 60 cheios de ecos neo realistas uma certa ironia lírica surrealizante que versa os encantos do acaso quotidiano e viagens sem preocupações formais numa mestria que derruba barreiras entre a poesia e as pessoas adepto da ideia de que a poesia só deve ser difícil para quem a escreve como aforismou vladimir holan do esboço à obra o caminho faz se de joelhos oferecendo nos a bela ilusão da grandeza humana o trágico traz nos uma consolação o cómico é mais cruel revela nos brutalmente a insignificância de tudo já explicava o kundera pelo risível lá se vai desconstruindo a aparente finalidade da vida e assis pacheco lembra a condição ingrata e egocêntrica do poeta aquele que se está sempre a lamentar e a exibir ao mundo as suas dores particulares qual menino mimado a pedir afecto amantes em aflição os poetas indignar me é o meu signo diário escreve em poeta no supermercado publicada por marta lança à s 17 55 sem comentários mensagens antigas página inicial subscrever mensagens atom vidas alheias 5 dias a natureza do mal ainda nao comecamos a pensar ana de amsterdam antologia do esquecimento azuis ultramarinos bay window bianda bibliotecário de babel buala cadeirão voltaire deambulações oníricas dias felizes enfado fábrica sombria irmão lúcia jacarandá ler bd ma schamba mukuarimi os livros ardem mal poros prosadora spectrum teatro praga um blog sobre kleist unipoppers vias de facto tema janela desenhada com tecnologia do blogger
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