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as romãs as romãs um espaço em que o silêncio marca as palavras sábado 9 de agosto de 2014 faltará o tempo não foi mais do que um pedaço de vidro partido desfeito no chão de chuva pó do tempo imperfeito as mãos sujas de terra e as horas e os sinos tocam em uníssono faltará falar de ti paula raposo julho de 2014 publicada por paula raposo à s 8 09 2014 01 54 00 p m 6 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quinta feira 10 de julho de 2014 vago um vago sentido toca as folhas por escrever as folhas que amarelecem com o tempo e se pintam sem lápis nem caneta as folhas do princípio e as folhas do fim são amarelas as folhas sem tempo as folhas que não se escrevem algum dia saberemos lê las paula raposo julho de 2014 publicada por paula raposo à s 7 10 2014 12 20 00 p m 3 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sexta feira 4 de julho de 2014 ainda não se o vento soprar fortemente vêm comigo tempestades e inexplicáveis luzes atravessam oceanos vão de um lado ao outro da vida sorriem mudos os surdos lamentos não será o pó levantado que me matará ainda não paula raposo julho de 2014 publicada por paula raposo à s 7 04 2014 06 44 00 p m 2 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sábado 28 de junho de 2014 fio desde que me lembro é um frágil fio de seda que nos toca invisível no presente um veio de sangue ausente o passado a compasso só sei do frágil fio que nos une e nos torna tão magnânimos presumo paula raposo junho de 2014 publicada por paula raposo à s 6 28 2014 02 26 00 p m 3 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sexta feira 23 de maio de 2014 pai o meu pai faleceu no passado dia 12 ao final da tarde no hospital onde estava há duas semanas não têm sido dias fáceis mas a vida continua como ele gostaria que assim fosse até sempre paizinho publicada por paula raposo à s 5 23 2014 07 34 00 a m 3 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quarta feira 7 de maio de 2014 sem título sento me na única cadeira da sala cansada de aprender como somos impotentes ou como não existem mais palavras a dizer quando resta uma única cadeira numa sala vazia de móveis esgotam se as hipóteses de fuga paula raposo maio de 2014 publicada por paula raposo à s 5 07 2014 09 07 00 p m 5 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sábado 12 de abril de 2014 rostos tantos são os nomes e os rostos os anos e os objectos as datas as fotografias as memórias das frases os contextos e os pretextos será o lento desenrolar de um facto a suspender qualquer visibilidade das coisas baças paula raposo 10 de abril 2014 publicada por paula raposo à s 4 12 2014 04 52 00 p m 6 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest segunda feira 7 de abril de 2014 espaços são os olhos espaços em branco que escurecem até as sombras murmúrios de outros olhares talvez imprecisos desencantados ou felizes do seu tempo caminhamos pelas mãos que damos em busca detalhada de outros olhos que de branco têm um manto que de saudade têm um futuro paula raposo 7 de abril de 2014 publicada por paula raposo à s 4 07 2014 08 01 00 p m 3 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quinta feira 27 de março de 2014 quisera quisera trazer de volta as raízes das árvores da quinta bem como os animais de capoeira e os cães que morreram envenenados quisera voltar às palmeiras e cerejeiras ao campo lavrado e ao tanque com os peixes quisera sair o portão grande atravessar a estrada de terra e perder me no caminho quisera não fora o pó acumulado e eu poderia ter voltado e saído ao mesmo tempo que os outros paula raposo 22 de março de 2014 publicada por paula raposo à s 3 27 2014 11 14 00 a m 2 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest terça feira 18 de março de 2014 noctívago tornamo nos noctívagos no primeiro momento em que vemos a luz e choramos é um instante abrupto quando nos arrancam o corpo do corpo da mãe somos noctívagos no desespero dos filhos que largamos na vida paula raposo março de 2014 publicada por paula raposo à s 3 18 2014 05 18 00 p m 3 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sábado 15 de março de 2014 instinto deixa amadurecer a primavera ao longo do rio nas flores nos astros nas tuas mãos deixa olhar e ver as tuas sombras sem que o instinto se perca paula raposo março de 2014 publicada por paula raposo à s 3 15 2014 10 17 00 p m 2 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quarta feira 5 de março de 2014 canto ficar num canto do quarto a pensar descer as escadas em direcção à porta da rua e sem olhar para trás recuperar outro tempo resta a fraca imaginação nos relógios ou nas ampulhetas ir sem regresso é o quotidiano paula raposo março de 2014 publicada por paula raposo à s 3 05 2014 03 07 00 p m 4 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quinta feira 27 de fevereiro de 2014 sentidos imagina se um lugar inexistente dentro de nós pensamo lo com todos os sentidos e em todos os sentidos o perdemos um lugar tem vida própria não vive de imaginação aprisiona nos a vontade e foge imagina se um lugar e fica nos o silêncio paula raposo fevereiro de 2014 publicada por paula raposo à s 2 27 2014 08 32 00 p m 1 comentário enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest quarta feira 12 de fevereiro de 2014 perdidos ficamos pelo caminho perdidos subimos e descemos todas as encostas e não avistamos nenhum ser é de noite e cansamo nos cada vez mais e mais sentamo nos no nada e não falamos nenhum de nós sabe o que o outro pensa perdemo nos para sempre paula raposo 11 fevereiro 2014 publicada por paula raposo à s 2 12 2014 11 26 00 a m 4 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sábado 8 de fevereiro de 2014 vozes são muitas as vozes agora insubmissas reais presentes que deixam no seu rasto a verdade que sabemos são tantas tão poucas tão nada tão tudo são as vozes incapazes desfazem se num pequeno sopro paula raposo 5 de fevereiro de 2014 publicada por paula raposo à s 2 08 2014 03 03 00 p m 1 comentário enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sábado 18 de janeiro de 2014 filme diante de olhares por detrás de palavras inventadas criam se espaços em branco absoluta necessidade de indagar os sorrisos sinceros e os rostos imperturbáveis como se da loucura se pudesse esculpir o desejo volta se atrás no caminho quantas vezes necessárias até que no écran surge a primeira imagem de um filme mudo paula raposo janeiro de 2014 publicada por paula raposo à s 1 18 2014 09 37 00 p m 3 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sábado 9 de novembro de 2013 carta de amor hoje escrevo te a última carta de amor possível digo te que os anos não passam como pensas as palavras não se gastam como dizes as pessoas não são aquilo que parecem digo te que só me resta uma carta recebida uma palavra a devolver um carimbo que o correio se esqueceu fico por aqui onde sempre e nunca estou no lugar que me pertence o único lugar para uma última carta de amor possível paula raposo novembro de 2013 publicada por paula raposo à s 11 09 2013 11 53 00 a m 8 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest domingo 15 de setembro de 2013 sem título a ternura com que lês as entrelinhas das minhas reflexões deixa me um sorriso de afecto e de esperança donde solto a saudade da distância são os espaços em branco que dão colorido à minha vida é o mar são as flores é a voz são os momentos na luz das minhas palavras reflecte se o teu olhar paula raposo setembro de 2013 publicada por paula raposo à s 9 15 2013 12 11 00 p m 4 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest terça feira 2 de julho de 2013 ombreiras encosto me à ombreira da porta como que esperando ou não o voo dos pássaros que sempre acontece deste lado do oceano em silêncio sem me mexer respirando baixinho é junto à ombreira da porta que eu espero ou não as marés que sempre acontecem deste lado da vida por aqui passam esperados voos e marés e sempre nos detemos esperando o que de esperado nada tem pois é tudo tão inesperado quando nos encostamos às ombreiras das portas paula raposo junho de 2013 publicada por paula raposo à s 7 02 2013 09 08 00 p m 2 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest sexta feira 29 de março de 2013 sem título cerram se fileiras na contramaré não falo de destino nem de adjectivos muito menos de verbos conjugações advérbios ou conjunções é na contramaré que adivinho o futuro sem alternativa uma espécie em vias de extinção paula raposo março de 2013 publicada por paula raposo à s 3 29 2013 09 23 00 p m 3 comentários enviar a mensagem por email dê a sua opinião partilhar no x partilhar no facebook partilhar no pinterest mensagens antigas página inicial subscrever mensagens atom obrigada rosa maria seguidores arquivo do blogue 2014 16 agosto 1 faltará julho 2 junho 1 maio 2 abril 2 março 4 fevereiro 3 janeiro 1 2013 7 novembro 1 setembro 1 julho 1 março 2 fevereiro 1 janeiro 1 2012 5 novembro 5 acerca de mim paula raposo uma mulher como as outras ver o meu perfil completo tema espetacular lda com tecnologia do blogger
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