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presente sua presença mas ali deixou alguns novos cheiros sabores temperos e algumas surpresas também a casa ganhou novos carinhos e poemas se encheu de boas memórias e doou outras tantas eu fui tocada por sua magia e hoje digo a ela que me aguarde pois lá deixei algo sem o qual não vivo meu coração volto para te buscar compartilhe compartilhar no facebook abre em nova janela facebook compartilhar no x abre em nova janela x compartilhar no tumblr abre em nova janela tumblr imprimir abre em nova janela imprimir compartilhar no pinterest abre em nova janela pinterest envie um link por e mail para um amigo abre em nova janela e mail curtir carregando arquivado sob ana com a tag casa coração devaneios paredes poesia prosa poética deixe um comentário jul 28 de quando eu vivi publicado em julho 28 2015 por ana letícia padrão não me lembro mais do tempo em que eu somente existia o sobreviver era muito mais do que eu mesma poderia me dar o sorriso engessado os pés enraizados no chão de concreto o céu me era inalcançável naquele tempo do qual não me lembro mais a visão era curta e daltônica a existência era turva e meu corpo era revestido de uma armadura de minério de ferro o que tornava difícil o movimento porém me protegia das intempéries do inverno existencial mas eu quase me lembro com exatidão do dia em que fui tocada por uma luz tão forte que me tornou cega para o que se foi e me fazia então ver o que se encontrava mais à frente e por não poder ver o escuro em que antes estivera passei a inventar cores e ouvir coisas que há muito não ouvia por puro encantamento minha armadura se liquefez e pouco a pouco deixei me deslizar em direção ao sol que me extasiava me aquecia e quanto mais perto mais sorrisos espelhados sensações inesperadas abraços surpresa eu já não temia me queimar e então descobri que antes eu apenas jazia e que agora vivo sem arremedos de felicidade completamente recheada do mais puro brilho estelar da gargalhada mais gostosa o tempo a sorrir e minha alma a cantar cantar cantar ana texto e foto ana letícia todos os direitos reservados compartilhe compartilhar no facebook abre em nova janela facebook compartilhar no x abre em nova janela x compartilhar no tumblr abre em nova janela tumblr imprimir abre em nova janela imprimir compartilhar no pinterest abre em nova janela pinterest envie um link por e mail para um amigo abre em nova janela e mail curtir carregando arquivado sob ana com a tag conto crônica croniconto devaneios poesia prosa prosa poética deixe um comentário jul 15 ferradura publicado em julho 15 2015 por ana letícia padrão do céu do paraná procurei por uma ferradura no solo recortado de montes repicados me traria sorte para meu espanto encontrei mais de trinta retorcidas enfeitadas rodeadas por um rio largo de águas ora verdes ora azuis mas em nenhuma delas encontrei você eu não sabia que a procura tinha cessado o tempo todo estavas ao meu lado fechei os olhos e antes de acordar sonhei com você abri os olhos você batia em minha porta arrombava meu peito dominava meu corpo numa dança desconhecida destemida e sem precedentes ana texto e foto ana letícia todos os direitos reservados compartilhe compartilhar no facebook abre em nova janela facebook compartilhar no x abre em nova janela x compartilhar no tumblr abre em nova janela tumblr imprimir abre em nova janela imprimir compartilhar no pinterest abre em nova janela pinterest envie um link por e mail para um amigo abre em nova janela e mail curtir carregando arquivado sob ana com a tag céu curva devaneios ferradura paraná poesia rio voar deixe um comentário jul 6 a hora mais bela publicado em julho 6 2015 por ana letícia padrão na hora mais bela em que os gatos são pardos o prenúncio da noite que ainda não é determina o exato instante em que o general caminha de volta pra casa leva consigo uma pequena pasta de couro com documentos da lida diária mas o que há dentro da pasta não importa o que nos interessa é saber que o general caminha com um segredo que já não é tão secreto assim o imponente general é visto por aí com um brilho diferente em seus vivos olhos e um sorriso faceiro que insiste em se fixar alguns soldados vinham comentando entre si que o general já não era mais o mesmo além da farda mais bem passada que o costume a cada dia aparecia mais perfumado sempre com um cheiro novo teria sido tocado o general por uma doçura suficiente para amolecer seu coração pensavam ingênuos é que muitos não sabiam que o general no fundo não tinha o coração de pedra pelo contrário sua alma era tão poética e amanteigada quanto o mais leve croissant de um café na rive gauche seu coração era tão grande e macio quanto o mais romântico dos mortais doce como um pastel de nata com um toque de canela e na hora mais bela o general caminha leve levando consigo o sorriso permanente o brilho que transpassa a alma e ilumina de amarelo as sombras e o segredo que não é secreto fita o horizonte crepuscular procurando pelo irrepetível pelo tempo que passou e pelo que ainda está por vir e estendendo uma das mãos tenta tocar uma nuvem cor de rosa como quem tenta prender o tempo que corre por entre os dedos e então em resposta o céu alaranjado quente como certos lençóis abraça longamente o general e uma brisa suave toca seus cílios lambe a ponta de seu nariz beijando seu rosto e sussurra mais um segredo em seus ouvidos permita que o poeta em mim não cesse o general em silêncio contemplativo permanece iluminado pela própria luz que irradia abala o inabalável explicando o inexplicável ao descompassado e insensato coração assoviando um fado alegre sobre a vida bela dela ana texto e foto ana letícia todos os direitos reservados compartilhe compartilhar no facebook abre em nova janela facebook compartilhar no x abre em nova janela x compartilhar no tumblr abre em nova janela tumblr imprimir abre em nova janela imprimir compartilhar no pinterest abre em nova janela pinterest envie um link por e mail para um amigo abre em nova janela e mail 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devaneios fotografia imagem letra oesia poema preto preto e branco 1 comentário jun 22 isso não é um soneto publicado em junho 22 2015 por ana letícia padrão socorro eu fui ensonetada me colocaram em verso a prosa lá se foi virei soneto que sonho de sonhador quando a poesia me pegou de jeito a noite não quis me levar a lua virou dia e me abraçou dizendo alô venha ver o sol que de sonho e de soneto não se pode viver mas o que posso fazer se de outro jeito não viverei me jogo nos braços da poesia e digo venha sonho me acalentar meu mundo ficou mais leve e não posso mais chorar venha e me faça um cafuné me conte um conto enquanto esperamos o café meu problema é de criação faltei à aula de ensonetação a métrica eu lá sei só escrevo o que inventei são palavras e o verbo ensonetar que eu conjuguei e o que é que tem se agora sou soneto posso tudo sou poesia sou lirismo sou uma flor se há uma pedra no meio do caminho eu sou mais o amor ana texto e foto ana letícia todos os direitos reservados 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