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asa da palavra skip to main skip to sidebar asa da palavra alheias e nossas as palavras voam bando de borboletas multicores as palavras voam bando azul de andorinhas bando de gaivotas brancas as palavras voam voam as palavras como águias imensas como escuros morcegos como negros abutres as palavras voam oh alto e baixo em círculos e retas acima de nós em redor de nós as palavras voam e às vezes pousam vôo cecília meireles segunda feira 26 de novembro de 2012 a casa em ruína enquanto aguardava a emissão de uma nota fiscal em uma loja de informática reparava no olhar compenetrado de um idoso voltado para um enorme terreno abandonado do outro lado da rua pensativo ele parecia indiferente ao barulho interno da loja aos motores dos carros a sirene da ambulância que cortava a avenida como um raio de repente percebendo ser observado virou se em minha direção e como se quisesse responder a uma indisfarçável curiosidade comentou que há muitos anos a casa edificada naquele terreno estava abandonada e daquele abandono surgiram ao longo do tempo os sinais de destruição e vazio muros derrubados paredes descascadas telhados e vidros quebrados lixo invasão quem sabe até possíveis fantasmas a recobrar o que já fora impossível segundo ele reconhecer ali uma casa o que se via eram apenas escombros e destroços signos de uma existência passada era com propriedade que esse velho senhor me falava e com um misto de tristeza e amargura diante do meu silêncio atento lançou me como uma flecha a pergunta para que servem as ruínas senão para serem derrubadas quis responder lhe algo mas a flecha como agora atravessava me vaneidedelmiro postado por vaneidedelmiro às 16 05 00 um comentário postagens mais antigas página inicial assinar postagens atom tempus fugit quem sou eu vaneidedelmiro joão pessoa pb brazil sou uma pessoa que tem um coração que por vezes percebe sou uma pessoa que pretendeu pôr em palavras um mundo ininteligível e um mundo impalpável sobretudo uma pessoa cujo coração bate de alegria levíssima quando consegue em uma frase dizer alguma coisa sobre a vida humana ou animal clarice lispector arte amedeo modigliani ver meu perfil completo arquivo do blog 2012 1 novembro 1 a casa em ruína 2011 6 agosto 1 junho 1 abril 1 março 1 fevereiro 1 janeiro 1 2010 16 dezembro 1 novembro 1 setembro 2 agosto 2 junho 3 maio 2 abril 1 fevereiro 4 2009 42 dezembro 4 novembro 3 outubro 2 setembro 3 julho 4 junho 2 maio 7 abril 1 março 7 fevereiro 4 janeiro 5 2008 52 dezembro 1 novembro 2 outubro 2 setembro 5 agosto 5 julho 8 junho 11 maio 4 abril 2 março 1 fevereiro 7 janeiro 4 2007 42 dezembro 9 novembro 7 outubro 5 setembro 2 agosto 5 julho 14 a máquina de escrever mãe se eu morrer de um repentino mal vende os meus bens a bens dos meus credores mas poupa minha amiga de horas mortas com teclas bambas minha máquina de peças tortas vende todas as grandes pequenezas que eram meu íntimo tesouro mas não ainda que ofereçam ouro mas não ainda que ofereçam ouro não venda o meu filtro de tristezas a máquina de escrever barão vermelho perfeito outros vôos ao relento baile de máscaras bichinhos de jardim blog do rona cecília meireles clarice lispector copo de letras da cólera ao silêncio expressões letradas flor de craibeira uol blog frases ilustradas ipsis litteris palavra aguda para catar se para francisco poemblog poetriz susana martins muitos desenhos éramos simples e tínhamos o direito do abraço isso foi em outro século e o tempo sempre faz aniversário álvaro alves de faria
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